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Se enxerga. AGORA!

escrito por Rosa


Eu sempre fui aparecida: queria estar em todas as fotos de tudo que eu pudesse: família, escolinha, amigos, 'filma eu', 'aqui ó', 'deixa eu te mostrar essa pose'. SEMPRE.
Sempre tive muitos registros fotográficos da minha infância. Alguns eu não curtia tanto:

Mas a felicidade da infância num dura na adolescência, né? E na vida adulta, menos ainda. Eu não parei de sair nas fotos, não. Eu continuei gostando muito dos registros, mas não gostava tanto assim de mim. Aos poucos, os padrões me foram contados e eu fui gostando menos e menos de mim.

Nem sempre é fácil encarar o espelho

Quando comecei a escrever aqui pro magg, comecei a ser muito muito, mas muito fotografada. E no começo foi meio difícil me readaptar a me ver por todos os ângulos: a gente se acostuma demais com a selfie, com o nosso melhor ângulo, com saber que forma fica melhor.

A gente esquece que tem dobrinhas nas costas

Essa readaptação trouxe, por outro lado, algo muito bom: eu voltei a me enxergar. E, na realidade, quando somos fotografados por alguém sensível, tudo fica tão diferente. Fotografia diz muito sobre quem fotografa, é claro; mas diz muito também sobre o objeto fotografado. A verdade é que nossos olhos, viciados há tanto tempo em nos ver, precisam de um novo fôlego para nos olhar com mais carinho.

Espelho só mostra um pedacinho, a gente é tão mais!

Então, se eu pudesse, hoje, dar uma dica procê que acordou se sentindo meio lixinho - e a gente acorda assim, sim - se enxergue. Mas não no espelho: pelo olhar do outro. Pede para alguém que te ama - de verdade - que te fotografe - de verdade!

Ou pede para algum fotógrafo sensível, mas sensível mesmo: cuidadoso, criativo, honesto. Pede que te fotografe. Pague um ensaio para você mesma. Ame esse momento, encare a câmera e depois as fotos impressas. Tira um tempo para se apaixonar pelo seu rosto.


A gente não pode passar a vida toda sem saber que delícia que é olhar pra gente!

As minhas fotos foram tiradas pela Maiara de Marco: aliás, campinas e região, contatem a Maiara. Ela sabe tirar o que tem de mais bonito na gente!




Rosa e Lírio

escrito por Carol Caran


Oi gente!

Sabem quando às vezes temos a impressão de estar andando sem sair do lugar? Ultimamente, tenho me sentido assim de forma geral. As pessoas me parecem mais cruéis e menos abertas a opiniões diferentes ou a ter sentimentos e atitudes boas em relação ao próximo. Vivemos num mundo que prestigia o chato, o intolerante, o agressivo e trata falhas de caráter como virtude. 

Eu estava num desses humores pessimistas e sem fé na humanidade ou no meu papel no mundo (a louca existencialista) quando a minha amiga-irmã Marcella me mandou esse texto.  

Lá em 2006...

Minha amiga é absolutamente linda e absolutamente inteligente. Uma bruxa com as palavras, como vocês vão ver a seguir. E de repente ela me fez lembrar de algo que eu "fiz" há mais de dez anos, quando o Maggníficas não existia nem na minha ideia, e que influenciou a pessoa que ela é hoje. E aí eu pensei que se eu tenho uma mísera contribuição sobre a mulher que ela é, uma mistura explosiva de beleza, inteligência, cultura, sensualidade, fashionismo, sucesso profissional, amoroso e familiar, eu posso continuar acreditando na nossa missão aqui: espalhar mensagens de amor, positividade, autoestima e empoderamento feminino. 

Esse é um texto sobre a Marcella e eu. Mas pode ser sobre todas nós. Obrigada minha migalinda por me dizer essas palavras, que me tocaram e modificaram mais do que sou capaz de me expressar. Amo você!

"Acho muita graça – mas não digo nada – quando as minhas alunas adolescentes vêm me dizer o quanto invejam minha ‘segurança’. Palavrinha complicada, porque eu sou extremamente insegura com um milhão de coisas, mas só porque ali, em sala de aula, eu não me intimido e porque, mesmo sendo uma pessoa fora padrão estético eu gosto de mim e me preocupo com moda etc, eu sou o poço da segurança universal aos olhos jovens delas.

Mas é preciso dizer que...

Por partes: gosto de deixar bem claro para os meus alunos no início do ano que eu não admito que atrapalhem a minha aula: 1, porque não é justo com os colegas que querem prestar atenção; 2 porque não é justo comigo que adoro dar aula e não quero que nada estrague um dos melhores momentos do meu dia. Por eu estar fazendo exatamente aquilo que eu gosto e para o qual me preparo diariamente, não vejo motivos para insegurança. Sobre estar bem comigo mesma. Bem, nem sempre foi assim.

Eu sempre fui muito alta perto dos coleguinhas e sempre fui grande. Mesmo que hoje eu ache que naquela época eu tinha um corpão, eu me achava horrorosa. Além de ser muito maior que todo mundo, eu não cabia em absolutamente nenhuma roupa. Fora meu pé 41 que me impedia de diversificar sapatos para além do all star e das havaianas.

Eu estava convencida de que beleza não era pra mim e que, ainda bem, eu era boa com livros.

Na época com 13-14 anos, conheci uma das pessoas que mais amo até hoje. Ela era linda, bem vestida e, claro, bem magra. Todo mundo se apaixonava por ela, não importa onde fosse. Um belo dia ela me convidou para tomar algo num bar e disse que convidaria a irmã dela também.

Quando cheguei lá, vi minha amiga, pouca coisa mais velha que eu, sempre linda, esperando por mim. Ao lado de uma mulher ruiva, super estilosa, tão linda...e, para minha surpresa: grande.

De lá para cá eu agradeço. Cada noite que eu dormia na casa delas, eu aprendia alguma coisa sobre meu corpo. Eu ficava que nem o ratinho da cinderela vendo a irmã-mais-velha (que, em seguida, eu chamaria de minha) se maquiando e escolhendo roupas divertidas. Eu que usava camiseta de banda e calça larga vi ela colocando a blusinha do iron maiden com uma saia vermelha e pensei: aqui se justifica toda humanidade.



Brincadeiras de moda à parte: ela que me segurou na mão e disse que eu era linda daquele jeito, e tirou fotos minhas e me mostrou beleza onde eu não via. Mostrou roupas que cabiam em mim, se eu soubesse onde e como comprá-las. Ela me mostrou um mundo todo que eu desconhecia por puro medo. Ela que me deu minhas primeiras lições de feminismo e nunca deixou que ninguém me machucasse o coração. Ela que me disse para não fazer mal porque o mal volta pra gente.

A ela, devo os cabelos vermelhos que usei anos mais tarde. Meu posicionamento político. Toda minha gratidão.

E porque a engrenagem é cruel e a luta nunca pode parar: ela teve meu ombro quando achou que não estava adequada.

Por isso, a ela devo especialmente o desejo de gritar para o mundo o quanto ele é que está fora do padrão, errado e cruel. E que a gente não para não. Vamos passar com nossas bundas enormes e vamos chutar com nossos pés imensos todo mundo que disser que não pode.

Porque pode sim. O que a gente quiser.

Obrigada, Carol."


Marcella Rosa é formada em Letras, mestre em Crítica Literária e, porque não tem juízo, cursa atualmente graduação em filosofia e doutorado em História da Literatura. Gosta de gente, de qualquer forma, por isso, é apaixonada pela sala de aula e por escrever sobre pessoas. Não gosta de biografias em terceira pessoa, mas faz. Gosta de livros, mas não faz. Prefere sempre a troca: de figurinha, de fluidos ou de experiência.




De Gordinhas a Cinderelas de Vanessa Raya

escrito por Unknown


Meninas, é mesmo um momento muito especial para a moda plus size no Brasil!

Todos os olhares estão voltados para a gente! É ensaio sensual plus size, pauta de moda plus size em programa de TV, grandes marcas lançando suas coleções plus size, produtos de beleza e moda assinados por blogueiras plus size... E agora já temos nosso primeiro manual de moda plus size! #todascomemora

E quem nos proporciona esse livro é a querida Vanessa Raya, do blog Sapatinho de Cristal!

Confiram o release:


É assim que Vanessa Raya trata suas leitoras do blog Sapatinho de Cristal, suas Cinderelas.
E foi deste modo que alcançou tanto sucesso com suas publicações, por inspirar com seu “look do dia”, com palavras positivas no “pensamento do dia”, dicas de moda, tendências, estlio, passeios, viagens, maquiagens, compras.
A ideia de produzir este manual foi registrar o trabalho no blog e em sua trajetória no mercado da moda plus size, além de fazer com que suas leitoras o tenham à mão para consultas rápidas, rotineiras.
Assim, os pontos principais abrangidos no blog estão aqui, além das cápsulas de autoestima escritas no rodapé de cada página, e fichas interativas para recortarem e carregarem consigo, ou deixarem tudo anotado aqui pra facilitar a busca quando quiserem consultar algum tema.

Sobre Vanessa Raya

Advogada desde 1999, mas desde menina apaixonada por moda.

Em 2010 decidiu realizar o sonho de estudá-la, e daí veio a ideia de criar o blog Sapatinho de Cristal, que nasceu em 17/10/2010.

Desde então, não parou de estudar.

Fez Jornalismo de Moda On Line, na Universidade de Belas Artes/SP e Consultoria de Moda.

A moda plus size surgiu pra ela como uma luz no fim do túnel, já que tinha se distanciado tanto do que eu mais gostava.

A criação do blog e a interação das leitoras a fez estudar cada vez mais e se aprofundar em conhecimento e pesquisa.

E a criação desse manual é a realização de mais um sonho, segundo Vanessa.

Vocês também não amaram a notícia?

O livro pode ser adquirido aqui.

Fonte: Divulgação



15 coisas que você precisa abandonar para ser feliz

escrito por Carol Caran


Olá MaGGníficas!

Vi esse texto traduzido num blog, o Share for The Future e achei interessante reproduzir. Serve para refletirmos sobre nosso apego e orgulho, que quase sempre nos leva a fazer as escolhas que nos deixam infelizes. 


1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo
Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim? 
2. Desista da sua necessidade de controle
Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.
Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu
3. Pare de culpar os outros
Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.
4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas
Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.
A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle
5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível. De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!
“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle
6. Pare de reclamar
Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.
7. Esqueça o luxo de criticar
Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.
8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros
Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.
9. Abra mão da sua resistência à mudança
Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.
Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” Joseph Campbell
10. Esqueça os rótulos
Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.
A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer
11. Abandone os seus medos
Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.
A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” Franklin D. Roosevelt
12. Desista de suas desculpas
Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.
13. Deixe o passado no passado
Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.
14. Desapegue do apego
Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.
15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas
Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.
Fonte: Guia Ingresse

Essa lista é uma tradução, o texto original e em inglês é do World Observer Online.



Meu dia de Rainha!

escrito por Carol Caran


Olá MaGGníficas!

Se você segue a gente no Facebook, deve ter visto essa foto rolando por lá (e talvez até curtido!).


Pois foi um concurso que rolou em um grupo do qual eu faço parte, chamado Borboletas e Cegonhas, dedicado à troca de ideias e experiências entre mamães de crianças de até 5 anos. E graças ao tempinho que vocês dedicaram a curtir minha foto, eu fui uma das mamães agraciadas com o Dia de Rainha, que aconteceu dia 27/10. 

Clima delícia e gordices pras Rainhas

O evento aconteceu na chácara da fotógrafa e organizadora Fabíola Medeiros (que já foi nossa parceira e responsável pelo ensaio de aniversário de um ano do blog). Eu e outras seis mamães ganhamos estética facial, design de sobrancelhas, manicure e make e depois, divas, fomos fotografadas pela Fabíola. Além dos lanchinhos, beliscos e gordices, tinha um Espaço de Vida Saudável da Herbalife com chás e shakes pra dar uma segurada na comilança.  

Uma parte da equipe com a qual contamos no evento: Camila Almeida (make), Vera Lúcia (Herbalife) e Fran Melchior (estética)

As rainhas sendo preparadas



Esse tratamento facial que recebi da Fran Melchior foi tão mara que vai ganhar uma resenha separada

Design de sobrancelhas pela Sarita Karkoski e Make bapho por Camila Almeida

E o resultado:




Ficha Técnica:

Maquiagem - Camila Almeida
Design de sobrancelha - Sarita Karkoski
Cupcakes - Ciocolatino Casteluci
Estética Facial - Dra Francine Melchior
Organização Geral - Vick Santana
Fotografia - Fabiola Medeiros

Eu AMEI o meu Dia de Rainha e só tenho a parabenizar e agradecer a equipe e organizadoras. Quando temos filhos pequenos, normalmente nossa beleza e bem estar fica em último plano e nos esquecemos do lado mulher. Fazer as fotos e tudo que as envolveu é bárbaro para a auto estima! Além disso tive a oportunidade de conhecer muita gente, fazer novas amigas e trocar experiências com outras mamães (que também arrasaram na fotos!).

E claro, não podia deixar de agradecer aos amigos e amigas que me deram uma força pra ganhar a promoção (em especial à Carol Bigoni que fez uma campanha entre os amigos dela!). 

Então, o que acharam?

Beijos de Rainha!

Carol






Vida da leitora: Nathaly Soares

escrito por Unknown



Oi MaGGníficas!
Hoje viemos compartilhar com vocês a história da Nathaly Soares, uma leitora que vive em Cabo Verde.
Mas essa história chegou até nós de uma maneira super diferente: foi a amiga da Nathaly, Jasmin Mendonça, quem enviou o texto que foi escrito pela Nathaly e algumas fotos, para fazer uma surpresa pra amiga! Legal, né?

Então vamos conhecer um pouco sobre a Nathaly:

"Eu sou de Cabo Verde e sempre fui gordinha, desde criança, e nunca me senti realmente mal com isso. As coisas complicaram-se no ensino secundário numa altura em que comecei a sentir um certo complexo de mim mesma, onde só usava roupas largas e nada que mostrasse o meu braço, pernas e etc. Saias e vestidos não faziam parte do meu guarda roupa. Ainda no secundário adoeci, tive um tumor e tive de ser operada, no pré - operatório descobri que pesava 119 kg (tinha 14 anos), mas nessa altura o peso era o último dos meus problemas... Fiquei sim chocada, mas nem liguei. Bom, no final do secundário mudei-me para Portugal, para frequentar a universidade e fui viver para o Porto. Com o passar do tempo e respirando outros ares, vivendo num outro mundo, passei a ter uma visão completamente diferente de mim: me achava linda, independentemente do peso. Debatia-me nessa altura com apenas 2 problemas: saudades de casa (Cabo Verde) e roupas para vestir.

Apesar do tamanho da roupa, na época 58, sempre gostei de me vestir bem. Foi ai então que comecei uma enorme luta pela procura de uma loja onde se vendiam roupas que eu pudesse gostar e que fosse do meu tamanho, até ter finalmente encontrado.
As saudades de casa foram compensadas pela comida, comia muito e comia mal, a dieta deixou de fazer parte do meu dicionário. Com 21 anos pesava 172 kg e vestia o número 64. Para ter o que vestir, tinha de pedir aos meus pais, tios e outros familiares que me comprassem roupas nos Estados Unidos. Imaginam a dificuldade? As roupas teriam de sair dos Estados Unidos, depois ir para Cabo Verde e por fim seguirem para Portugal.



Um dia caí em mim e dei um basta, resolvi mudar o estilo de vida e emagrecer. Fui a um ginásio (academia), pertinho de casa para não ter desculpa e comecei logo. 6 meses depois tinha perdido 25 kg, depois parei uns tempos (cansada do ritmo intenso e das restrições, afinal amo doces!), e voltei novamente a treinar por uns 6 a 7 meses, mas em um outro ginásio, onde poderia dançar, fazer natação, etc. Tempos depois perdi outros 30 kg, mas de forma bem mais calma , comendo de tudo... Devo ter perdido esse peso em cerca de 2 anos.
Nessa época pesava cerca de 117 kg, regressei a Cabo Verde e comecei uma nova vida. Estágio para advocacia, trabalho e dar aulas. Trabalhava de 12 a 15 horas por dia, acho que nem preciso dizer que a palavra ginásio não existia e muito menos cuidado com a alimentação. O objetivo era alcançar as minhas metas profissionais. Resultado: 2 anos depois e pesava mais de 140 kg. Resolvi novamente mudar de vida,  então desacelerei o ritmo de trabalho, mudei hábitos e regressei ao ginásio. 83 dias se passaram, contados até hoje e já perdi muitos quilinhos... Uso agora o 56 número europeu e 24 nos números americanos, mas o melhor é que perdi muito volume. As grandes aliadas foram a força de vontade, a família, os amigos e minha personal trainer. Faço ainda acupuntura e drenagem linfática.

A minha personal trainer perguntou se quero chegar ao meu peso ideal que para o meu caso são os 60 kg. Disse-lhe imediatamente que não, quero ser gordinha sempre, de momento quero melhorar o meu corpo, perder um pouco de peso, ser mais saudável, e deixar de fazer parte do grupo dos mórbidos tipo IV, mas pretenso ter sempre o meu amado tamanho GG. Gosto de curvas e o mais importante, gosto de mim!!!
Sim, sofri muito, chorei muito por conta dos comentários, brincadeiras de mau gosto e muitas outras coisas, mas tudo isso hoje me tornou mais forte, me tornou na mulher que sou. Hoje me acho linda, não quero ser magra, sinto-me bem comigo mesma!!! Enfim, eu agora ME AMO!"


Hoje Nathaly está bem, animada e repaginada. Tem um emprego onde o peso não contou, mas sim sua capacidade.
Esperamos que tenham gostado e que a autoestima de Nathaly seja exemplo para todas nós!

Beijos!



Diva MaGGnífica: Beth Ditto

escrito por Carol Caran


Ela é pop, fashion e polêmica. Aos 32 anos, a cantora GG da banda Gossip já posou nua para uma publicação lésbica, já declarou não tomar banho ou se depilar, já beijou sua namorada no red carpet do tradicional festival de Cannes, já foi presa... 

Ainda assim, já ganhou prêmios como "A mulher mais sexy do ano", "Pessoa mais fantástica do Rock" (NME Awards) e também "Artista Internacional do Ano" (Glamour Awards). 


Beth também estrelou uma campanha de maquiagem da queridinha das fashionistas MAC e já foi capa de dezenas de revistas importantes ao redor do mundo. 

Algumas capas estrelando a cantora (clica que aumenta)
Há alguns anos, Beth cultivava uma estilo bem rebelde, muitas vezes aparecendo em show em trajes bizarros excêntricos. Atualmente, vem adotando uma aparência mais feminina, trocando as calcinhas com camisetas e lingerie modeladoras (sim, aquelas mesmo de usar por baixo da roupa) por vestidos e acessórios fashion mas com atitude. Aparentemente também perdeu alguns dos seus declarados 95 kg. 

Beth na fase trash 


E agora, toda mocinha...

A maquiagem porém, continua marca registrada da cantora: sobrancelha e boca desenhadas, cílios postiços e uma aparência bem dramática e teatral. O cabelo é uma metamorfose: curto, com franja, colorido...


Vejam alguns dos looks de Beth. 

 







Beth é a prova de que talento e atitude podem sim, fazer uma mulher se destacar num mundo que cultua a magreza e a beleza plastificada. Então, dêem um play no som da Gossip e vamos nos inspirar na auto-estima e segurança dessa Diva pra liberar nosso lado MaGGnífico (com um pouquinho menos de rebeldia... rs)

 

Fotos: Divulgação e The Oficial Gossip Site

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Sobre relacionamentos e amor próprio por Oprah Winfrey

escrito por Carol Caran


Que Oprah Winfrey é poderosa e bem sucedida todos sabemos (e tem um estilo de diva, como vocês podem conferir aqui). 

Mas ela também tem conselhos muito bons e realistas sobre relacionamentos. O texto que segue foi extraído de um post de uma página dedicada à apresentadora no Facebook (não sei quando nem onde nem se ela falou/escreveu sobre isso, mas já vi trechos do texto frequentemente ligados a ela) e eu agora reproduzo. 

Seja qual for seu status de relacionamento - solteira, casada, namorando, amigos com benefícios, "é complicado" - vale a pena ler e repensar se este relacionamento faz você realmente feliz. Uma lição de amor próprio e um roteiro pra felicidade.

"Se um homem quiser você, nada vai mantê-lo longe. Se ele não quiser, nada vai fazê-lo ficar. Pare de dar desculpas para um homem e seu comportamento. Permita que sua intuição (ou seu espírito) a proteja de um coração partido.

Pare de tentar mudar a si mesma por causa de um relacionamento que não é pra ser. Devagar é melhor. Nunca viva sua vida por um homem antes de saber o que a faz realmente feliz. Se o relacionamento termina por que o cara não estava te tratando como você merece, então NÃO, vocês não podem “ser amigos”. Amigos não maltratam amigos. 

Não se acomode. Se você sente que ele está te enrolando, então ele provavelmente está. Não fique por pensar que “vai melhorar”. Você vai ter raiva de si mesma um ano depois, quando as coisas não estiverem melhor. A única pessoa que você pode controlar num relacionamento é você mesma. 
Sempre tenha seus próprios amigos separados dos dele. Estabeleça limites a respeito de como um cara pode te tratar. Se algo te incomodar, fale. E nunca o deixe saber tudo a seu respeito. Ele vai usar isso contra você mais tarde. 

Você não pode mudar o comportamento de um homem. A mudança vem de dentro. JAMAIS o faça sentir que ele é mais importante do que você mesma. Mesmo que ele seja mais instruído ou tenha um emprego melhor. Não o faça se sentir um semi-deus. Ele é um homem, nada mais, nada menos. 

Nunca deixe um homem definir quem você é. Nunca pegue emprestado o homem de outra mulher. Se ele traiu com você, trairá você. Ele só vai tratá-la como você PERMITE que ele te trate. Os homens não são todos cachorros, mas você não deve ser a única a fazer todas as concessões. Compromisso é via de mão dupla. 

Você precisa de tempo pra se curar entre dois relacionamentos. Não tem nada de bonito em carregar bagagem. Lide com seus problemas antes de buscar uma nova relação. Você não deveria procurar alguém pra completá-la. Um relacionamento é feito de dois indivíduos inteiros. Por isso, procure alguém que acrescente e não que mude o que você é. 

Ficar é divertido. mesmo que ele não venha a ser  “o cara”. Faça-o sentir sua falta às vezes. Quando um cara sempre sabe onde você está e se você está sempre prontamente disponível pra ele, ele se sente garantido. Não se comprometa totalmente com um homem que não te dá tudo que você precisa. 

O medo de ficar sozinha é o que faz muitas mulheres permanecerem em relacionamentos abusivos ou dolorosos. Você deve ter em mente que: você é a melhor coisa que jamais poderia acontecer a qualquer um e se um homem maltrata você, está perdendo algo bom. Se ele foi atraído por você em primeiro lugar, saiba que ele não é e não será o único. Ficando com a pessoa errada, você perde a oportunidade de conhecer a pessoa certa. Opções existem, faça a escolha certa." 



Gordinhos também se exercitam e são saudáveis, por Keka Demétrio

escrito por Alinne Rosa


Essa semana Keka Demétrio, em sua colaboração para a coluna Tempo de Mulher, do portal MSN, mostra que gordinhos também praticam exercícios e são saudáveis, mas ainda sofrem preconceito nas academias.



A matéria ainda alerta sobre o fato do IMC, criado no final do século XIX, ser um índice duvidoso, quanto à classificação de obesidade. "De acordo com os pesquisadores, o cálculo utilizado pode colocar um indivíduo que tem um determinado peso no grupo de obesos porque ele possui alto teor de massa magra", diz Keka.

Keka conversou com 5 gordinhos que se exercitam, entre eles eu e o marido. Vejam:



Roberto Labate, empresário e modelo Plus Size

Um dos mais requisitados modelos Plus Size masculinos, o empresário Roberto Labate diz não abrir mão da prática de exercícios físicos. 'Faço exercício para manter o peso e a saúde'. Questionado se já sofreu algum tipo preconceito em academias, Roberto foi enfático 'Preconceito? Não que eu tenha percebido'.



Alinne Rosa Labate, assistente jurídica e blogueira
A Assistente Jurídico e blogueira Alinne Rosa Labate, de 31 anos, decidiu encarar os exercícios físicos depois de muito engordar e emagrecer. Ela queria fazer algo que fosse duradouro e que fizesse bem para sua saúde. 'Decidi me exercitar independentemente do meu peso, até porque pretendo engravidar no ano que vem e quero estar bem, saudável, com condicionamento físico e musculatura mais forte”.
Após mais de seis anos de sedentarismo, Alinne decidiu que não voltaria a praticar exercícios físicos em uma academia comum: 'Não queria voltar para uma academia com todos aqueles homens marombados, mulheres disputando o posto de mais gostosa e do melhor look e espelhos por todos os lados'.
Foi então que ela procurou uma academia só para mulheres. 'Lá me senti bem e tem mulher de todo tipo e idade, despreocupadas quanto a serem as mais bonitas e gostosas, mas focadas em estarem saudáveis e felizes. Ninguém repara na sua roupa, qual a marca de seu tênis. Algumas são tão gordinhas e fora de forma como eu, e as demais não ligam nem discriminam as outras.'



Para ver a matéria completa clique aqui.



Gordofobia: porquê você não gosta de gordos?

escrito por Carol Caran


Tem sempre quem defenda que o humor pode tudo, que estamos vivendo numa "ditadura das minorias", que não podemos mais fazer piadas de cunho étnico, religioso, de orientação sexual... Enfim, há quem ache que o mundo está ficando chato pelo fato de não podermos mais ofender e humilhar uma pessoa ou um grupo em razão de características físicas/genéticas/geográficas e sei lá o que mais. 

Eu, sinceramente, não consigo entender o mecanismo que faz com que alguém se sinta ameaçado/incomodado com algo que é feito por outra pessoa, completamente estranha à vida pessoal desse alguém. 

Alguém acha divertido comparar uma gestante a uma baleia

O que faz alguém sentir raiva de um casal gay que adotou uma criança do outro lado do mundo, ou de um imigrante que mora na sua cidade e não te incomoda diretamente, ou ainda de uma pessoa aleatória diferente em algum grau que não influencia de nenhuma forma a sua vida?

Mas acima de tudo, não passa na minha cabeça o motivo pelo qual os gordos são tão odiados. Em tempos de moda plus size eu ainda me deparo diariamente com comentários que vão do ligeiramente negativo ao obscenamente ofensivo em relação às pessoas gordas. 

E o fato do gordo comer te incomoda por quê mesmo?

O pior é o pretexto: "não se cuidam", "não são saudáveis", "são mal exemplos". Besteira, considerando o que muitos atletas e celebridades fazem com o próprio corpo (anabolizantes e hormônios reconhecidamente nocivos, álcool e drogas, cirurgias plásticas, malhação extrema, distúrbios alimentares) que fazem com que sejam os últimos exemplos de vida saudável existentes. Podemos concluir, portanto, que  esse argumento é só uma desculpa pra justificar a própria aversão. 

O gordo não é mal visto apenas agora. Na literatura mundial é comum encontrar descrições pejorativas de personagens obesos, associados normalmente à personalidades covardes, mesquinhas, cruéis e sempre ligados ao excesso de prazeres "carnais". 

Fazendo graça com o sofrimento alheio: digno e humano. Só que não. 

Enquanto as pessoas acham que é normal e aceitável serem más e cruéis com os obesos, ridicularizá-los e diminuí-los ou pior, muito pior, criticá-los sob o pretexto de que "só quer ajudar", uma legião de pessoas (mais da metade da população adulta brasileira, segundo o IBGE) se sente constantemente mal a respeito de si mesmos, pensam serem inferiores, incapazes, perdedores e indignos da felicidade e da estima alheia. 

Eu não vou entrar no mérito sobre as causas de obesidade ou sua relação com doenças e qualidade de vida. Nosso único objetivo é criar mecanismos para as pessoas que estão acima do peso conseguirem sair desse ciclo eterno de auto desprezo, auto rejeição e auto destruição. E como gorda e boa observadora da natureza humana eu garanto: o problema não é seu. 

"Saibam a diferença: curvilínea X gorda". Tá, e agora?
As pessoas odeiam, segregam, desprezam, ofendem e humilham por defeitos internos, por questões mal resolvidas, por motivos que estão muito além do seu comportamento do outro. Salvo as devidas proporções, não é o homossexual que provoca a agressão do homofóbico, assim como não foram os judeus que provocaram a ira dos nazistas nem os negros que provocaram a crueldade da Ku Klux Khan. Não é o gordo comendo na praça de alimentação quem tem problemas, e sim que sai do próprio mundo pra se incomodar com a cena. 

Claro que não é fácil viver num ambiente hostil, especialmente se ele começa dentro da própria casa ("você vai comer doce?!?" ou "Fulana emagreceu 15Kg com uma dieta, por quê você não tenta"). É preciso ter uma dose gigante de auto-controle e auto-estima pra não se abalar com as constantes críticas e rejeições. 

Por isso, procure buscar fazer as coisas que te deixam feliz, livre-se das comparações, se jogue na moda pra gordinhas, se inspire na vida dos gordos bem resolvidos e muito amados, lembre-se que a intolerância do mundo não é pessoal. E acima de tudo, o ódio e o preconceito não são problemas seus!



Alguém tinha alguma dúvida???

escrito por Alinne Rosa





Ser forçado a parar repentimanente de comer alimentos com açúcar e gorduras por causa de um regime alimentar severo pode ter um efeito bastante negativo no organismo. Segundo médicos da universidade de Montreal, no Canadá, a sensação seria parecida com a de quem passa por um período de abstinência, após deixar de consumir uma droga.

Uma das responsáveis pelo estudo, a Dra. Stephanie Fulton, afirma que as mudanças químicas que acontecem no corpo por causa das dietas estão associadas à sintomas da depressão. A restrição alimentar causa, de acordo com a especialista, sensações como as de 'abstinência' e 'grande sensibilidade a situações de estresse'. De acordo com o blog The Cut, que repercutiu a notícia publicada pelo site 'Science Daily', cobaias que tiveram açúcares e gorduras retirados de suas refeições diárias ficaram 'traumatizadas'. Só cortar alimentos que têm gordura em sua composição (como bolos de chocolate ou tortillas chips, por exemplo) já fizeram com que os ratos de laboratório demonstrassem 'sinais de ansiedade' e evitassem ficar em lugares ao ar livre."
Agora me digam: se a dependência química já é mundialmente reconhecida como uma doença, que necessita de tratamento multi-disciplinar, porque a obesidade, tão semelhante a ela, ainda é encarada como falta de vergonha na cara???

Fonte: Marie Claire




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