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Não existe autodidata no amor
escrito por Rosa
Sonhei com o amor. No sonho eu dizia para alguém mais novo do que eu - e que, agora, desperta, não sei quem é - "não te ensinaram como amar". O amor, ele próprio, é nosso, humano, pulsante, ali, presente. Amar, no entanto, é um processo de ensino e de aprendizagem. É longo, leva uma vida toda; múltiplo, porque se desenvolve como resposta a estímulos diverso que recebemos de diferentes lugares; difícil, porque a gente erra muito até acertar.
Disposição para amar todo mundo tem. Competência são poucos.
Quem vem acompanhando o diálogo que tenho feito com "O feminismo é para todo mundo", da bell hooks, sabe que eu tenho pensado muito em repensar o amor. Para ela e para mim, também, o amor é revolucionário. A potência transformadora do amor é assustadora. Tão grande quanto a do ódio. Amor e ódio são igualmente importantes para que a vida não seja um ser eternamente levado por ela.
Mas como é possível que alguém não saiba amar?
A infância é crucial. Tratar crianças como seres que não sabem muito bem o que fazem e que, portanto, nos apresentam um suposto cartão de livre passagem ao descaso e a violência talvez seja - certamente é, na verdade - a maior catástrofe. Crianças precisam ser amadas, celebradas e queridas. Não existe nada mais potente como possibilidade de mudança social do que uma criança que foi amada e SOUBE que foi amada.
Não basta amar, é preciso escancarar o amor.
Uma criança amada é um adulto que sabe do seu valor. Que não se rebaixa, nem se subestima. Será uma pessoa que sabe que não merece, de maneira alguma, o sofrimento.
Eu conheço tanta gente que não foi amada. Ou foi, e nunca soube. Ou foi, por pessoas tão machucadas pela própria história que perpetuou um ciclo de associação entre amor e sofrimento. Educar é dolorido, amar não é. Educar só não será traumático se vier acompanhado pelo amor.
E essas pessoas não aprenderão jamais a amar?
Aprendem, e muito. Mas precisam querer. E mais que querer: precisam trombar na vida com pessoas dispostas a ensinar.
Antes disso, porém, vão espalhar muita dor por aí. Muito sofrimento.
Quem nunca foi amado e protegido como deveria demorará muito a aprender - ou sequer aprenda - como é sério o cuidado que devemos ter com aquele que nos oferece amor.
Não há quem seja autodidata no amor. A vida é mais rápida em ensinar, por conta própria, a solidão e o medo. Daí a importância de sermos todos professores.
O subtítulo do livro da bell hooks é: políticas arrebatadoras. Nada mais arrebatador que amar. Tampouco mais político.
Esse e outros textos da Marcella você encontra AQUI
Disposição para amar todo mundo tem. Competência são poucos.
Quem vem acompanhando o diálogo que tenho feito com "O feminismo é para todo mundo", da bell hooks, sabe que eu tenho pensado muito em repensar o amor. Para ela e para mim, também, o amor é revolucionário. A potência transformadora do amor é assustadora. Tão grande quanto a do ódio. Amor e ódio são igualmente importantes para que a vida não seja um ser eternamente levado por ela.
Mas como é possível que alguém não saiba amar?
A infância é crucial. Tratar crianças como seres que não sabem muito bem o que fazem e que, portanto, nos apresentam um suposto cartão de livre passagem ao descaso e a violência talvez seja - certamente é, na verdade - a maior catástrofe. Crianças precisam ser amadas, celebradas e queridas. Não existe nada mais potente como possibilidade de mudança social do que uma criança que foi amada e SOUBE que foi amada.
Não basta amar, é preciso escancarar o amor.
Uma criança amada é um adulto que sabe do seu valor. Que não se rebaixa, nem se subestima. Será uma pessoa que sabe que não merece, de maneira alguma, o sofrimento.
Eu conheço tanta gente que não foi amada. Ou foi, e nunca soube. Ou foi, por pessoas tão machucadas pela própria história que perpetuou um ciclo de associação entre amor e sofrimento. Educar é dolorido, amar não é. Educar só não será traumático se vier acompanhado pelo amor.
E essas pessoas não aprenderão jamais a amar?
Aprendem, e muito. Mas precisam querer. E mais que querer: precisam trombar na vida com pessoas dispostas a ensinar.
Antes disso, porém, vão espalhar muita dor por aí. Muito sofrimento.
Quem nunca foi amado e protegido como deveria demorará muito a aprender - ou sequer aprenda - como é sério o cuidado que devemos ter com aquele que nos oferece amor.
Não há quem seja autodidata no amor. A vida é mais rápida em ensinar, por conta própria, a solidão e o medo. Daí a importância de sermos todos professores.
O subtítulo do livro da bell hooks é: políticas arrebatadoras. Nada mais arrebatador que amar. Tampouco mais político.
Esse e outros textos da Marcella você encontra AQUI
Você é o que você posta?
escrito por Rosa
Faz tempo que eu não sento para escrever um texto que não
seja para meu livro ou que não seja um texto rápido, para redes sociais. O que
me põe sentada em frente a esse computador é uma conversa séria que eu comecei
a ter com várias amigas e que eu quero expandir com vocês.
É um processo muito novo pra mim e eu não tô aqui, em
hipótese alguma, querendo cagar regra na sua vida. No fim do dia, sentado no seu sofá, faça
aquilo que lhe convier. Vou dividir com vocês toda a trajetória do meu
pensamento até o momento em que eu decidi falar publicamente disso.
Eu não sou uma digital
influencer no sentido estrito da palavra. Não me sustento dessa forma, não
passo o dia fazendo isso. Eu sou professora e escritora. Não tenho um número
surreal de seguidores, mas é algo considerável (hoje o @maggnificas está com
pouco mais de 31 mil, o meu pessoal 3 e alguma coisa). Ou seja, eu atinjo uma
certa quantidade de pessoas. Mas esse texto vale se você tem 5 seguidores
também.
A razão pela qual eu comecei, lá atrás, a me envolver com
internet é a mesma que me põe aqui hoje. Eu gosto de escrever, gosto de ser
lida e quero debater ideias. Eu sempre achei (e com razão, suponho) que poucas
pessoas me liam. De fato, pouquíssimas
leem o conteúdo de forma integral e menos ainda são as que reagem, debatem,
fomentam o discurso.
Concomitante a isso, existe a exposição da imagem. Eu sei,
você sabe, qualquer pessoa que tenha rede social sabe, que a quantidade de
pessoas que se engajam num post de imagem – corpo ou rosto – é infinitamente
maior do que o engajamento gerado por um texto. E eu cedi diversas vezes – e
acho que cederei outras mais – ao ego, à vontade de ser enxergada.
Se você acha que é um ser iluminado e divino porque não tem
esse desejo, talvez falte autoconhecimento da sua parte. O processo de ser
enxergado é absolutamente natural entre nós, é um dos mecanismos mais intrinsecamente
humanos, que nos constitui como ser social. O processo de reconhecimento pelo
olhar do outro é base fundante da psiquê de todo e qualquer humano. “Mas eu não
me exponho em rede social”, você vai dizer, e eu acredito. O que você talvez
não enxergue é que existem outros meios de compor esse olhar social, as redes
sociais só tem sido um catalisador – eficaz e preocupante.
Além disso, algumas coisas curiosas começaram a acontecer.
Positivas: li o livro porque vi que você indicou; vi tal série porque você indicou;
amei o seu texto, ajudou a me amar mais; obrigada por me ensinar esse conceito.
Negativas: queria ser feliz na carreira como você; queria um namorado igual ao
seu; queria me aceitar e ser feliz como você se aceita.
Não adianta, em resposta a esses comentários, dizer que eu
não sou feliz plenamente na minha carreira, e que eu seleciono expor a melhor
parte que são meus alunos; não adianta eu dizer que meu namorado já deu e dará
muita mancada na vida, mas eu não preciso reclamar disso publicamente; não
adianta, enfim, eu dizer que eu me odeio na frente do espelho dias a fio e que
eu não amo tanto assim meus olhos que vivem inchados.
Porque outra coisa já disse por mim: a imagem.
Porque dizer é pouco perto do universo encantador da imagem.
E bem, eu já venho conversado sobre a importância da #curadoriadetimeline.
Não só eu.
A Xanda do @alexandrismos subiu esse vídeo no canal dela que fala
super bem de como usar o insta e pensar na saúde mental. A Carol Bataier escreveu aqui um texto incrível sobre perfis que seriam saudáveis de seguir para ela e como ela precisou
entender o elemento nocivo que há em se expor a imagens que pressionam e
deturpam o autoconhecimento. Ela e a Marina, minha parceira no @maggnificas é
que fazem essa discussão encontrar eco. Uma das poucas pessoas "famosas", magras e da moda que eu ainda sigo é a Thais Farage, porque ela sempre questiona o conteúdo postado. SEMPRE. Ser feminista ativista depende disso, no meu ponto de vista. Os dados são assustadores, especialmente para mulheres: a saúde
mental está em jogo na internet e não é pouco.
Mas hoje, eu quero sair desse ponto de cuidar da timeline e jogar
um dilema ético:
Por que postar o que você posta?
Coloquei essa pergunta no meu stories e achei as respostas
incríveis. Tem gente preocupada, tem gente que não sabe, tem gente que assume
que é tédio, tem gente que diz que quer causar, tem de tudo.
Que bom que tem de tudo no mundo.
Quero fazer uma brincadeira – despretensiosa em seu rigor científico
– com o imperativo categórico de Kant. Para quem foge de filosofia moral ou não
teve a sorte de ter um bom professor de filosofia, vou resumir de maneira mais simplificada
e até leviana: Kant criou um crivo ético para ações morais. Ele se inicia com
dois pressupostos: a possibilidade de universalização a ação e a impossibilidade
de usar o ser humano como MEIO. A ação, para ser moral, deve ter finalidade em
si mesma. Ser moral porque é, sem alçar em ninguém isso.
Que Kant me perdoe, mas eu proponho uma versão popular para instagram
nessa pretensa conversa filosófica de bar:
E se o que você posta, alguém de grande alcance postasse, universalizando
a ação: você faria mais bem que mal?
A sua postagem usa de um ser humano para atingir um fim?
É claro que não dá para fazer uma abordagem mega ética para
cada Stories do seu gato (aliás, gatos sempre são bem vindos na timeline). Mas
dá para tomar a decisão para si, e pensar:
Que tipo de incentivo, energia, ideias eu jogo para o mundo?
Não abra mão disso. Não finja que você não é responsável
pelo que causa nos outros.
Ou abra. Porque cada um sabe o que faz da vida.
#popplus20: como foi
escrito por Unknown
O último final de semana aqui em São Paulo foi de muito amor: aconteceu a 20ª edição do Pop Plus, evento mais lindo do mundo, de longe! O Pop acontece para que nos sintamos fazendo parte de tudo, cada vez mais, através de cultura, moda, música, apresentações, reflexões e debates.
Contei aqui tudo o que rolaria por lá, e eu e a Ma marcamos presença no sábado! Como moramos em cidades diferentes, sempre que nos vemos é felicidade que não cabe no peito!
[fotos da minha irmã ♥]
Tava mesmo lindo de se ver! Lindo porque sempre encontramos gente querida, conhecemos novas pessoas e marcas, vemos um tanto de gente feliz e realizada num lugar onde com certeza podem ser elas mesmas ♥
Nossa maior surpresa foi conhecer a marca Natieppo (@natieppo no Instagram e Facebook), pensada e produzida pela Naty Tieppo, que nos recebeu tão bem e com tanto amor! Ficamos um tempão no stand, batendo papo e experimentando as peças, que são produzidas manualmente, muito confortáveis, cheias de tendência e para vários gostos e estilos - a partir do tamanho 44! Amamos real a Naty e toda sua equipe, foi bem gostoso e nos divertimos muito!
[tudo brusinha da Natieppo!]
Encontramos muitas das pessoas que amamos, mas infelizmente não tiramos fotos com todos. Acontece, né? Os abraços são tão gostosos que as vezes a gente esquece de registrar o momento na câmera, deixando só na mente. Os que registramos:
Com a maravilhosa Shey Guess ♥
Com a Déia - que delícia poder abraçar quem a gente só conhecia na internet
Pausa para dizer que passamos no stand da Natieppo nesse momento e aí já trocamos as partes de cima do look! Eu mesma estava com uma t-shirt preta com as costas transparente, que gosto muito, mas o cropped com fru-fru que deixa braços e barriga de fora conquistou meu coração ♥
Paula da Paula Ribeiro Bolsas - amei conhecer pessoalmente!
Mari da Clamarroca Plus - melhor sorriso
Babei por muita coisa lá e queria trazer tudo para morar comigo, mas dessa vez fui bem contida e trouxe um cropped da Natieppo (que é o que estou usando nas fotos porque sou dessas), uma pantacourt da NaBeca Tamanhos Reais, anéis e cordinha de óculos da Fofura Pimenta, um brinco da Thalita Laleme e presentinhos fofos que ganhei da Déia maravilhosa amiga virtual que agora é mais que real! ♥
O Pop tá cada vez melhor, cada vez mais organizado e com mais opções para todos os gostos, tamanhos, estilos e valores! Tem pra todo mundo mesmo e o objetivo é que cresça cada vez mais e mais!
A gente adora demais e somos suspeitas: já queremos a próxima edição - que acontece nos dias 16 e 17 de Junho, anotem aí! Por enquanto, mais informações no evento no Facebook: clica AQUI para confirmar presença :)
Essa liberdade de usar pernas e braços de fora ♥ falei mais no insta sobre mostrar os braços, AQUI
Quem mais foi? Me contem o que acharam!
Para acompanhar o Pop, é só curtir no Facebook: www.facebook.com/popplusbr
Acompanhem também nas nossas redes: Instagram (@maggnificas) e Facebook (/blogmaggnificas)
Os lixos e as desculpas que eles inventam
escrito por Rosa
Ontem, conversando com uma amiga muito querida, ele me contou que ela e o boy lixo tinham terminado, e que ela tinha dado um fora nele porque ele meio que não se movimentava na vida. A desculpa dada por ele foi que - SÉRIO ATENÇÃO - ele estava direcionando energia para outros campos.
sério. o cara acha que é uma bomba atômica, só pode. Ainda bem que ela saiu dessa.
sério. o cara acha que é uma bomba atômica, só pode. Ainda bem que ela saiu dessa.

Achei a desculpa muito bosta e me lembrei das muitas desculpas bostas que já ouvi. Por exemplo, de que "eu preciso me focar na minha carreira e namoro atrapalha". Curiosamente, ouvi isso de uma pessoa que tava na graduação, enquanto eu concluía - tendo namorado 4 anos - meu doutorado e trabalhava 8 horas por dia. Depois, eu descobri que lixo tava com outra moça e a carreira era uma desculpa para não admitir que não me queria mais.
É claro que não é a coisa mais confortável do mundo ouvir de alguém que não te ama ou não te quer (já ouvi, falo por experiência própria), mas eu prefiro UM MILHÃO DE VEZES a honestidade do que as desculpas lixo. Afinal, todo mundo tem o direito de não amar, ou não amar/querer mais. Mas inventar desculpa pega mal demais...
Não se engane se você pensa que a desculpa lixo é criada para nosso bem estar. Quem inventa essas desculpas faz para se safar da dor de dizer a verdade. Não tem nada de altruísmo.
Pensando nisso, lancei no meu stories um pedido de histórias de pessoas lixo - porque não é só boy que inventa - para contar pra vocês. MEU, EU RECEBI MAIS DE 20 HISTÓRIAS BIZARRAS. Precisei selecionar algumas, senão eu não daria conta.
1. "Precisei transar com outra pra saber o que eu sentia de verdade".

A pessoa acha MESMO que isso é plausível? Sommelier de gente, por acaso?
2. "Não posso namorar com você, ou o bar desanda!" disse o moço, dono de bar, que acreditava que o o sucesso do empreendimento tinha relação direta com o seu status de relacionamento. Ou seja, se ele namorasse o lucro diminuía. Ele devia achar que era o Hugh Jackman versão barman, só pode. Que autoestima.

O moço começou a namorar outra em dois meses. Não tivemos notícia da receita do bar.
3."Você é pra casar, não pra namorar"

OI?
Aqui é assim, começa noivando.
(posso não comentar, porque sequer consigo)
4. O moço disse pra uma moça: "Eu sei que é aniversário de namoro, mas eu quero ir no cinema com o NOME DE UM MOÇO e a família dele"

Tá tudo bem, contudo que você esteja sendo feliz assumindo de quem você gosta, migo.
5. "Acho melhor a gente se afastar, porque eu não vou gostar muito de você"
eu não vou
NO FUTURO, é o boy nostradamus.

ô gente, tão mais bonito falar a verdade.
Tão mais bonito: não quero, não rola.
Honestamente? Não existe essa de você não quer namorar. Você não quer namorar AQUELA PESSOA. Porque quando a paixão bate, a gente caga para as promessas que fizemos pra nós mesmos e pros nosso supostos compromissos.
E outra
que relacionamentos cês vivem que não dá pra estudar, viver E namorar ao mesmo tempo?
Ou tem algo doentio nisso, ou, sinto dizer: é outra desculpa lixo.
usem os comentários pra dividir mais histórias, vamos nos mostrar que a criatividade e escrotice humana NÃO TEM LIMITES.
A subestimação do beijo
escrito por Rosa
[eu sempre aviso que esse texto não que cagar regra na sua vida, porque né, isso é um blog, não é receita de médico, nem dieta. Só estou divagando e tal, não sofra se você não se reconhece]
Eu gosto de beijar. MUITO. Gosto mesmo. PRA CARAIO. tipo muito MESMO. E não sou só eu, posso garantir. Andei jogando essa pergunta em grupos de mulheres na internet e, apesar de existirem exceções, a maioria gosta muito de beijar, especialmente na boca.
Sinto saudades dos tempos de adolescentes em que a gente ficava até com dor no pescoço de tanto beijar a mesma pessoa. Vish, se ela tivesse aparelho fixo então, a boca saía até dormente. E beijo bom era beijo longo, não essas mixarias que os adultos dão achando que tão arrasando.
E veja, por que eu tô falando disso?
Eu tô falando disso porque já me foi relatado, por mais de uma pessoa diferente, que estamos sofrendo, próximos aos 30 anos, uma queda vertiginosa de beijos na boca. Casais que dão o famoso selinho de oi e tchau e só dão AQUELE beijo na boca quando vão transar.
E eu vim, em defesa dos beijoqueires desse meu braseeeeel reivindicar por mais beijo. Gente, beijo é universalmente a melhor coisa. Eu arrisco a dizer que, se eu tivesse duramente que escolher, prefiro beijo a sexo.
Além de ser, de longe, a melhor preliminar que existe, beijo é bom, carinho, conexão, forma de mostrar que se importa. Eu sei que quanto menos meu beijo, menos eu gosto da pessoa. E a maior certeza que a vida me trouxe foi que os meus relacionamentos podiam ser compreendidos pela quantidade/qualidade dos beijos: sempre que o beijo diminuía, tava perto do fim. Pode ser coincidência? Pode. Mas eu desconfio seriamente que não. Beijo é minha forma favorita de receber amor.
Eu era dessas que nem beijava com bafo de sono ou durante o almoço até conhecer uma pessoa que dizia que não se importava e gostava de beijar mais que eu - se é que era possível. Desde então, sou dessas que beija de qualquer jeito, por qualquer motivo. Sou dessas que acha que beijo conecta mais que qualquer coisa e comunica o indizível. Acho que beijo é bom quando não significa nada além do prazer de beijar;mas é absolutamente incrível quando é o caminho mais curto para explicar o que a gente sente.
ps: rolou em todos os tópicos uma CRÍTICA FERRENHA aos homens que tem "nojinho" de beijar depois de sexo oral (afffffffffff) . MAS ISSO É TRETA PRA OUTRO POST.
Eu gosto de beijar. MUITO. Gosto mesmo. PRA CARAIO. tipo muito MESMO. E não sou só eu, posso garantir. Andei jogando essa pergunta em grupos de mulheres na internet e, apesar de existirem exceções, a maioria gosta muito de beijar, especialmente na boca.
Sinto saudades dos tempos de adolescentes em que a gente ficava até com dor no pescoço de tanto beijar a mesma pessoa. Vish, se ela tivesse aparelho fixo então, a boca saía até dormente. E beijo bom era beijo longo, não essas mixarias que os adultos dão achando que tão arrasando.

E veja, por que eu tô falando disso?
Eu tô falando disso porque já me foi relatado, por mais de uma pessoa diferente, que estamos sofrendo, próximos aos 30 anos, uma queda vertiginosa de beijos na boca. Casais que dão o famoso selinho de oi e tchau e só dão AQUELE beijo na boca quando vão transar.
E eu vim, em defesa dos beijoqueires desse meu braseeeeel reivindicar por mais beijo. Gente, beijo é universalmente a melhor coisa. Eu arrisco a dizer que, se eu tivesse duramente que escolher, prefiro beijo a sexo.


Eu era dessas que nem beijava com bafo de sono ou durante o almoço até conhecer uma pessoa que dizia que não se importava e gostava de beijar mais que eu - se é que era possível. Desde então, sou dessas que beija de qualquer jeito, por qualquer motivo. Sou dessas que acha que beijo conecta mais que qualquer coisa e comunica o indizível. Acho que beijo é bom quando não significa nada além do prazer de beijar;mas é absolutamente incrível quando é o caminho mais curto para explicar o que a gente sente.
fiquem com o clipe da minha vida, que me faz salivar cada minutinho:
Corpo de verão
escrito por Unknown
A primavera nem chegou direito e eu já tô aqui no team #vemverão ☀ a verdade é que o verão é minha estação favorita e sou desse time todos os 365 dias do ano!
Curtindo um sol mesmo no Inverno
Não tem nada mais gostoso e libertador do que colocar um biquíni, se sentir bem com ele e ficar o dia todo com a barriga no sol; na praia, na cachoeira ou na piscina, com pessoas queridas!
Na Pop Plus Pool Party - a melhor festa na piscina!
Sou bem suspeita para dizer, porque por mim todo mundo se jogava nos biquininho tudo! Ainda as vezes o assunto é um tanto polêmico, gorda de biquíni ainda causa uma certa revolta - mas a minha revolta mesmo seria se eu não pudesse usar o biquíni que eu quisesse! Se eu fosse privada ou se eu mesma me privasse da liberdade que é ser e sentir!
Não é sobre ser bonita, é sobre se enxergar com carinho e amor, e fazer o que tiver vontade de fazer! Me livrar das amarras e viver o que eu quiser! Por algum tempo eu me martirizava por não querer ir a praia com amigos, por receio de que me vissem de biquíni. Essa transição entre ficar de camiseta o tempo inteiro na praia e chegar já tirando a roupa realmente nem sempre é rápida e fácil. Mas é devagarzinho que a gente chega lá - e quando chega não quer nunca mais voltar!
Nossa felicidade depende muito mais de nós do que dos outros, então você vai ficar parada aí sem nem tentar colocar um biquininho sequer? A única maneira que eu conheço de perder um medo é enfrentando-o, e pode ser aos poucos, e pode ser com a ajuda de outras pessoas também. Juntas nós somos mais fortes e vamos muito mais longe!
Ó aí a felicidade
(foto na Pop Plus Pool Party)
Eu já tenho meu corpo de verão, e ele é perfeito pra mim. E você?
Não custa experimentar e tentar se permitir!
Beijo beijo!
5 presentes ideais para o dia dos namorados!
escrito por Rosa
(esse post é pensado para casais heterossexuais, propositalmente. Contém ironia)
O dia dos namorados está chegando e eu acabo de ver uma propaganda incrível de um salão de beleza que sugere que já é hora da namorada ir logo se depilar, afinal, quem poderia passar o dia dos namorados peluda, não é? (??????????). Além disso, tem cada coisa incrível que essa data suscita entre nós, minha gente... Propagandas de joias, de roupas, de tudo que você pode imaginar para supostamente adequar a pessoa amada ao padrão ideal daquilo que o mundo considera que possa ser amado. Então, porque eu sou muito generosa e tô aqui fazenda nada (mentira e mentira), eu vim sugerir incríveis presentes para você oferecer para sua namorada nesse 12 de junho
1. Espaço de fala

Eu tenho certeza que a sua namorada tem coisas incríveis a dizer, em muitos lugares; no trabalho, em casa, com as amigas. Mas, ao seu lado, já reparou que ela tende a ficar quieta, especialmente ao lado dos seus amigos? Curioso... Já reparou que nas vezes que ela falou, ou você a cortou ou ridicularizou sua opinião só por talvez diferir da sua? Você já deu a entender que ela está ali por sua causa e não porque é interessante? Hum. Fica quieto um pouco, amigo. Se você não escuta quem disse que ama, que tipo de amor é esse? Ouvir - com respeito e atenção - é um presentão!
2. Liberdade de escolha

Não limite suas roupas, suas ações, suas decisões no trabalho. EU JAMAIS FARIA ISSO, você me diz: mas quando ela se veste com a roupa que você acha curta demais, você não consegue disfarçar seu incômodo. AH MAS EU NÃO FALEI NADA. Nem só de palavras se faz um discurso, mermão. Quem não apoia, lembre-se, tomou um lado. Liberdade de escolha é um presente que vem com um brinde importante: a possibilidade de dizer não para você sem medo de você repreendê-la.
3. Condições de equidade

Você trabalhou e tá cansado, ela também está. Não espere que ela esteja deslumbrante depois de um de um dia exaustivo, se você também é incapaz de estar. Não espere que ela deixe tudo arrumado, se você também não deixou. EU SEMPRE OFEREÇO AJUDA. Simplesmente não ofereça ajuda, ajude. Não pergunte se ela quer, ela provavelmente vai dizer que não precisa, porque é assim que a sociedade nos treina. Mas aja, faça valer sua função de companheiro. Não espere receber súplicas para fazer a vida dela menos pesarosa.
4. Admiração

Você namora essa mulher, cara. Diga a ela que ela é linda, sim. Mas eu aposto que ela é muito mais que linda: ela é companheira, é inteligente, manja tudo de futebol, sei lá. Ela sabe? Talvez, sim. Mas ela tem que ouvir de você. Diga, valorize, queira saber mais do que ela tem pra ensinar a você. Não, não é porque outro vai dizer no seu lugar, que esse lógica do medo é ridícula: é só porque existem motivos lindos que nos unem às pessoas, e as pessoas precisam ser sempre acarinhadas com eles.
5. Espaço para seu amor próprio (e empoderamento)

Uma mulher empoderada fica mais crítica, sim. Uma mulher com autoestima fortalecida fica menos vulnerável a relacionamentos abusivos. É por isso que a maioria massacrante dos homens não quer a mulher tenha amor próprio ou que se sinta forte e empoderada. É por isso que o feminismo é visto, quase sempre, como grande vilão. Mas, meu amigo, presta atenção: se você ama essa mulher, você a quer feliz. Você não quer alguém do seu lado que não seja por amor, admiração, respeito a você. Se alguém que está contigo está pelas amarras invisíveis de uma relações de poder, pode crer: você é um bosta. Não reprima o empoderamento de sua mulher. Esteja ao lado dela. Companheiros são pessoas que sustentam, um ao outro, lado a lado, para dar conta do mundo que já é cruel o suficiente.
E eu tenho a melhor notícia de todas: esses presentes aqui não custam nadinha ❤
Minha roupa junina
escrito por Rosa
Esse final de semana tive uma experiência muito bonita e legal. Coincidiu que, no mesmo final de semana, eu tive a primeira festa junina do ano - em maio, o que é maravilhoso - e dei uma aula sobre o conceito de cultura.
Cheguei na sala de aula toda animada perguntando da roupa da festa junina e todo mundo respondeu que ia de calça jeans e xadrez. Eu não me segurei, e falei que achava aquilo meio bosta.
E por quê?
Porque as festas juninas têm uma cara tão brasileira, com tanta cultura nossa. E eu não aguento esse vestuário importado diretamente do Texas. Acho tão sem graça.
É clara que o improviso é ok,
Mas eu me lembrei das minhas festas juninas da escola. Eu sempre FIZ as minhas roupas, não tinha essa de comprar pronto não. A gente remontava roupas velhas e improvisava, com retalhos. E a minha vó sempre me ajudou demais nisso.
Quando eu vi aquela molecada indo sem nenhum retalhozinho, fiquei jururu e...resolvi costurar. E fiquei emocionadinha, porque eu via minha vó fazendo isso por mim e tinha muito amor. Sim, eu parei de dar aula para costurar - é que essa sala tem todo meu amor.
Cheguei na sala de aula toda animada perguntando da roupa da festa junina e todo mundo respondeu que ia de calça jeans e xadrez. Eu não me segurei, e falei que achava aquilo meio bosta.
E por quê?
Porque as festas juninas têm uma cara tão brasileira, com tanta cultura nossa. E eu não aguento esse vestuário importado diretamente do Texas. Acho tão sem graça.
É clara que o improviso é ok,
Mas eu me lembrei das minhas festas juninas da escola. Eu sempre FIZ as minhas roupas, não tinha essa de comprar pronto não. A gente remontava roupas velhas e improvisava, com retalhos. E a minha vó sempre me ajudou demais nisso.
em 2005, fui a noiva. Casei com o vestido de noiva da minha mãe todo remodelado (Casei com a Letícia, que sorte)
Em 2006 eu fui o pai da noiva, um coroné BEM brabo. O terno era do meu pai!
Em 2004, essa roupa foi minha vó que fez. E a lele, sempre a lele junto!
Quando eu vi aquela molecada indo sem nenhum retalhozinho, fiquei jururu e...resolvi costurar. E fiquei emocionadinha, porque eu via minha vó fazendo isso por mim e tinha muito amor. Sim, eu parei de dar aula para costurar - é que essa sala tem todo meu amor.
Fazendo careta porque furei o dedo.
Além de deixar o retalhos pros pimpolhos, fiz a minha versão caipigótica:
❤
A saia é da Xica Vaidosa
A blusa é da Three Seven
e os retalhos vem direto do meu coração junino!
Me chama de linda, sim.
escrito por Rosa
Marcella, você é tão descontruidona, feminista, com noção da merda que é o padrão estético e você faz questão de receber elogios estéticos do seu namorado e das suas amigas?
Sim.
Mas...
O padrão estético é cruel, fruto de um sistema que quer fazer a concorrência de você com o inalcançável de você mesma gerar lucro. Ele é pernicioso, destrói a saúde mental das pessoas. O padrão estético é quando o mundo exterior impõe que TUDO O QUE PODE ser bom e belo NÃO É VOCÊ.
Isso é ridiculamente cruel. Eu não quero ser isso.
Mas eu quero ser linda, sim; nas imperfeições da minha pele - com espinhas, estrias e celulites; na desproporção do meu quadril; com as minhas olheiras e com meu cabelo absolutamente indeciso, com minha escoliose e meus joelhos tortos. Quero ser linda e gorda.
MAS PRA QUEM?
Basicamente para as três instâncias que regem minha vida: família, amigas e alunes.
Eu quero estar linda para minha mãe, para o meu pai, para o meu irmão. Eu quero que a Marina adore meu cabelo da cor que ele tá e que a Val diga - e ela sempre diz - que eu tô maravilhosa. Eu quero chegar na sala de aula e meus alunes amarem aquela camiseta e verem em mim alguém bem e não alguém exausto (só por eles eu passo maquiagem). E é claro, eu quero que o meu namorado me ache linda. Seria hipocrisia da minha parte dizer que quero que a pessoa com a qual eu me relaciono amorosa e sexualmente me ache apenas brilhantemente inteligente.
Então, manas. tá tudo bem você querer ouvir elogios estéticos. Isso não te faz burra, menos feminista, menos mulher, menos empoderada. Faz parte da construção ocidental, muito muito antiga, que o valor estético exista. E tem tantas milhões de formas de ser linda. Todo mundo tem a sua, sabe? As pessoas é que esquecem de nos dizer. É claro que a gente vai entrar num jogo doentio e inócuo de esperar ser linda pra todo mundo - isso é ilusão, ilusão, tem gente que acha a Ruby Rose sem graça, acredita? - MAS NÃO TEM NADA DE ERRADO EM QUERER SE SENTIR LINDA COM QUEM VOCÊ AMA!
E você é, olha bem,.. Ninguém sorri do mesmo modo que você, porque ninguém mais é você.
Não tem nada de autoajuda nisso, é só porque é a mais pura verdade, lógica filosófica. ❤
Sim.
Mas...
O padrão estético é cruel, fruto de um sistema que quer fazer a concorrência de você com o inalcançável de você mesma gerar lucro. Ele é pernicioso, destrói a saúde mental das pessoas. O padrão estético é quando o mundo exterior impõe que TUDO O QUE PODE ser bom e belo NÃO É VOCÊ.
Isso é ridiculamente cruel. Eu não quero ser isso.

Será que alguém no mundo não acha ela uma deusa?
Mas eu quero ser linda, sim; nas imperfeições da minha pele - com espinhas, estrias e celulites; na desproporção do meu quadril; com as minhas olheiras e com meu cabelo absolutamente indeciso, com minha escoliose e meus joelhos tortos. Quero ser linda e gorda.
MAS PRA QUEM?
Basicamente para as três instâncias que regem minha vida: família, amigas e alunes.
Eu quero estar linda para minha mãe, para o meu pai, para o meu irmão. Eu quero que a Marina adore meu cabelo da cor que ele tá e que a Val diga - e ela sempre diz - que eu tô maravilhosa. Eu quero chegar na sala de aula e meus alunes amarem aquela camiseta e verem em mim alguém bem e não alguém exausto (só por eles eu passo maquiagem). E é claro, eu quero que o meu namorado me ache linda. Seria hipocrisia da minha parte dizer que quero que a pessoa com a qual eu me relaciono amorosa e sexualmente me ache apenas brilhantemente inteligente.
Então, manas. tá tudo bem você querer ouvir elogios estéticos. Isso não te faz burra, menos feminista, menos mulher, menos empoderada. Faz parte da construção ocidental, muito muito antiga, que o valor estético exista. E tem tantas milhões de formas de ser linda. Todo mundo tem a sua, sabe? As pessoas é que esquecem de nos dizer. É claro que a gente vai entrar num jogo doentio e inócuo de esperar ser linda pra todo mundo - isso é ilusão, ilusão, tem gente que acha a Ruby Rose sem graça, acredita? - MAS NÃO TEM NADA DE ERRADO EM QUERER SE SENTIR LINDA COM QUEM VOCÊ AMA!

E O E O..ME CHAMA QUE EU VÔ!
Não tem nada de autoajuda nisso, é só porque é a mais pura verdade, lógica filosófica. ❤
O que é lugar de fala e como devo respeitá-lo?
escrito por Rosa
Há algum tempo, um grande amigo me pediu (antes nunca que tarde, Gabs) que eu escrevesse um texto que explicasse, de maneira didática, o que é o conceito "lugar de fala", que tem sido amplamente discutido, especialmente quando falamos sobre minorias e as opressões sofridas - racismo, machismo, homofobia, transfobia, etc. Eu enrolei pra escrever por vários motivos, um deles é que eu não me achava suficientemente preparada e porque acho que já textos muito melhores sobre o assunto, como esse AQUI.

pra falar!
Acontece que, em aula, eu tive que explicar esse conceito e, quando a gente entra no modo professora, acaba criando alegorias e metáforas que facilitam a explicação de conceitos: é um fenômeno maluco, o tablado sempre me permite ter ideias que, se forçasse para ter em outro momento, jamais conseguiria. Bom, antes de mais nada é preciso separar as formas de conhecimento: é possível conhecer o mundo de várias formas, e desenvolvemos, ao longo da vida, duas principais - aquela vinda pela experiência e aquela vinda pelo conhecimento conceitual.

O conhecimento empírico - vindo da experiência - inclui ter vivido movimentos para compreendê-los. O conceitual é basicamente: "senta que eu te ensino por a+b". A escola tradicional, por exemplo, tende a valorizar sobremaneira o conhecimento conceitual. Hoje em dia, porém, novas pedagogias passam a querer trabalhar mais com o conhecimento empírico - proporcionando aos alunos experiências que os permitam vivenciar o conhecimento.
Se, por um lado, algumas disciplinas se embasaram muito fortemente no conhecimento conceitual - como é o caso da metafísica e de alguns ramos da matemática -; por outro, algumas ganharam uma nova forma quando pensadas pelo conhecimento empírico, é o caso por exemplo da antropologia e da vivência de campo (ir até algum lugar e viver a experiência para relatá-la na forma de uma etnografia, por exemplo).

No que diz respeito a movimentos sociais, é preciso pensar na importância da experiência. É lógico que é fundamental que a gente discuta a história do Brasil para entender a estrutura escravocrata que a ainda tem aqui, mas é tão fundamental também ouvir como essa experiência se recria na vida de um negro para que haja a possibilidade de mudar essa trajetória.
Enfim, a alegoria é: quando há um restaurante no bairro e o indivíduo A foi ao restaurante e o B não foi, perguntamos ao A como ir até lá, e não ao B. O B talvez tenha estudado a história do restaurante, lido resenhas sobre o restaurante, MAS ELE NÃO VIVEU A EXPERIÊNCIA.

Movimentos sociais tratam sobremaneira sobre a experiência de rejeição e de SILENCIAMENTO: minorias são caladas e rejeitadas de diversas formas cotidianamente. Assim, não é só que necessário ouvi-las para entender o que está acontecendo, mas também porque OUVIR quem NÃO PODE FALAR POR ANOS também é um ato político.
ps: isso não significa que não há espaço para diálogo, mas isso eu conto outro dia.
Pop Plus Pool Party - Como foi
escrito por Unknown
Oi, gente!
Cês viram que no último domingo aconteceu em São Paulo a primeira Pop Plus Pool Party, uma festa na piscina com bazar de moda praia e carnaval, irmã do nosso amado Pop Plus! Nós estivemos lá e viemos contar TUDINHO o que rolou!
Pop Plus Pool Party e a Marcella sabem das coisas
o/
O Quintal 1620 é uma casa super bacana, que tem um bom espaço externo e a piscina, que foi a grande atração! Chegamos por volta das 16h, com uma garoa que ia e voltava, num dia extremamente abafado! Começaremos dizendo que a garoa não nos atrapalhou em nada: caímos na piscina e nos divertimos igual - ou até mais - se estivesse solzão! E nem nos demos conta do horário... Quando percebemos a Flá já estava anunciando que faltava meia hora pra festa acabar!
Olha nós duas ali na mira da bola
Fomos em todos os stands prestigiar os participantes do evento, e fizemos comprinhas bárbaras: saia de tule, biquíni, acessório de cabeça, shorts, t-shirt para o carnaval... Tinha MUITA coisa linda por lá - depois mostramos tudo para vocês!
Acessórios da Mary Help
Com a saia da Coquille Ateliê
No stand da Oh! Querida
A Pop Plus Pool Party foi um evento de empoderamento imediato, uma festa onde a gente já chega se jogando, de biquíni, com pouca roupa e muito brilho! É incrível o sentimento de pertencimento. A trilha sonora estava sensacional, não poderia ser melhor! Um evento sem julgamentos, só brincadeiras - a cintura da Marcella causou - sem caras feias, sem preconceitos com nosso corpo. É muito amor por nós, pelo outro: foi lindo de ver tanta gente maravilhosa reunida! E é lindo se sentir linda ao lado dessas pessoas que se parecem tanto com você.
Biquíni do amor, d'A minha praia é
Juntinhas
Tem espaço até para bater papo sério na piscina - pelo menos parece que era sério!
Já no finalzin
Muita gente feliz e se divertindo numa tarde maravilhosa demais: já queremos de novo!
Flávia Durante é a maior "fazedora" de festas que a gente respeita!
Melhor foto nossa juntas ♥
Quem aí também foi? Nos contem o que acharam! Pode ser aqui, no Facebook ou no Insta (@maggnificas). Beijos!
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Somos Marcella Rosa e Marina Sena, parceiras no blog, na luta e na vontade de mudar - nem que seja um pouquinho - o mundo. O Maggníficas é um pouco de nós, porque aqui tem moda democrática, empoderamento feminino e amor próprio. Nosso foco é a sororidade e a vivência plena de todos os corpos, porque acreditamos que somos todas maggníficas e que todo mundo pode tudo!
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