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Não existe autodidata no amor
escrito por Rosa
Sonhei com o amor. No sonho eu dizia para alguém mais novo do que eu - e que, agora, desperta, não sei quem é - "não te ensinaram como amar". O amor, ele próprio, é nosso, humano, pulsante, ali, presente. Amar, no entanto, é um processo de ensino e de aprendizagem. É longo, leva uma vida toda; múltiplo, porque se desenvolve como resposta a estímulos diverso que recebemos de diferentes lugares; difícil, porque a gente erra muito até acertar.
Disposição para amar todo mundo tem. Competência são poucos.
Quem vem acompanhando o diálogo que tenho feito com "O feminismo é para todo mundo", da bell hooks, sabe que eu tenho pensado muito em repensar o amor. Para ela e para mim, também, o amor é revolucionário. A potência transformadora do amor é assustadora. Tão grande quanto a do ódio. Amor e ódio são igualmente importantes para que a vida não seja um ser eternamente levado por ela.
Mas como é possível que alguém não saiba amar?
A infância é crucial. Tratar crianças como seres que não sabem muito bem o que fazem e que, portanto, nos apresentam um suposto cartão de livre passagem ao descaso e a violência talvez seja - certamente é, na verdade - a maior catástrofe. Crianças precisam ser amadas, celebradas e queridas. Não existe nada mais potente como possibilidade de mudança social do que uma criança que foi amada e SOUBE que foi amada.
Não basta amar, é preciso escancarar o amor.
Uma criança amada é um adulto que sabe do seu valor. Que não se rebaixa, nem se subestima. Será uma pessoa que sabe que não merece, de maneira alguma, o sofrimento.
Eu conheço tanta gente que não foi amada. Ou foi, e nunca soube. Ou foi, por pessoas tão machucadas pela própria história que perpetuou um ciclo de associação entre amor e sofrimento. Educar é dolorido, amar não é. Educar só não será traumático se vier acompanhado pelo amor.
E essas pessoas não aprenderão jamais a amar?
Aprendem, e muito. Mas precisam querer. E mais que querer: precisam trombar na vida com pessoas dispostas a ensinar.
Antes disso, porém, vão espalhar muita dor por aí. Muito sofrimento.
Quem nunca foi amado e protegido como deveria demorará muito a aprender - ou sequer aprenda - como é sério o cuidado que devemos ter com aquele que nos oferece amor.
Não há quem seja autodidata no amor. A vida é mais rápida em ensinar, por conta própria, a solidão e o medo. Daí a importância de sermos todos professores.
O subtítulo do livro da bell hooks é: políticas arrebatadoras. Nada mais arrebatador que amar. Tampouco mais político.
Esse e outros textos da Marcella você encontra AQUI
Disposição para amar todo mundo tem. Competência são poucos.
Quem vem acompanhando o diálogo que tenho feito com "O feminismo é para todo mundo", da bell hooks, sabe que eu tenho pensado muito em repensar o amor. Para ela e para mim, também, o amor é revolucionário. A potência transformadora do amor é assustadora. Tão grande quanto a do ódio. Amor e ódio são igualmente importantes para que a vida não seja um ser eternamente levado por ela.
Mas como é possível que alguém não saiba amar?
A infância é crucial. Tratar crianças como seres que não sabem muito bem o que fazem e que, portanto, nos apresentam um suposto cartão de livre passagem ao descaso e a violência talvez seja - certamente é, na verdade - a maior catástrofe. Crianças precisam ser amadas, celebradas e queridas. Não existe nada mais potente como possibilidade de mudança social do que uma criança que foi amada e SOUBE que foi amada.
Não basta amar, é preciso escancarar o amor.
Uma criança amada é um adulto que sabe do seu valor. Que não se rebaixa, nem se subestima. Será uma pessoa que sabe que não merece, de maneira alguma, o sofrimento.
Eu conheço tanta gente que não foi amada. Ou foi, e nunca soube. Ou foi, por pessoas tão machucadas pela própria história que perpetuou um ciclo de associação entre amor e sofrimento. Educar é dolorido, amar não é. Educar só não será traumático se vier acompanhado pelo amor.
E essas pessoas não aprenderão jamais a amar?
Aprendem, e muito. Mas precisam querer. E mais que querer: precisam trombar na vida com pessoas dispostas a ensinar.
Antes disso, porém, vão espalhar muita dor por aí. Muito sofrimento.
Quem nunca foi amado e protegido como deveria demorará muito a aprender - ou sequer aprenda - como é sério o cuidado que devemos ter com aquele que nos oferece amor.
Não há quem seja autodidata no amor. A vida é mais rápida em ensinar, por conta própria, a solidão e o medo. Daí a importância de sermos todos professores.
O subtítulo do livro da bell hooks é: políticas arrebatadoras. Nada mais arrebatador que amar. Tampouco mais político.
Esse e outros textos da Marcella você encontra AQUI
Séries Maggníficas - Las Chicas Del Cable
escrito por Unknown
Terminei de assistir Las Chicas Del Cable e: que série maravilhosa!
A primeira série espanhola original da Netflix teve sua estreia mundial no dia 28 de abril. Assim que estreou foi direto para minha listinha (quem nunca?), mas duas amigas queridas comentaram tão bem que resolvi ver de uma vez – obrigada Taís e Eliane ♥
Nos dois primeiros episódios não tive muita empolgação e achei meio monótono e confuso, mas a partir do terceiro as personagens vão se desenvolvendo e tudo passa a fazer mais sentido: fui percebendo as ligações e me apaixonei! A narração e a trama vão amadurecendo e vamos nos identificando e conhecendo mais das histórias retratadas, que são de força, de luta, de sororidade e feminismo!
O seriado aborda a rotina das protagonistas, que se encontram quando vão em busca de vaga de telefonista, quando uma grande empresa de telefonia está contratando. Acontece na década de 20, onde há menção dos movimentos sufragistas e luta pelos direitos das mulheres, como o divórcio e também a sexualidade. A questão da liberdade é bem forte, tanto nos direitos quanto a de ser quem se é.
Adoro a narração, trazendo à tona diversos dos assuntos abordados, de maneira sensível e sutil. Gosto demais das mensagens que trazem nos fazendo refletir (isso também acontece em Call The Midwife!). Há diversas falas sobre sentimentos e emoções, através de várias perspectivas.
É interessante demais acompanhar essa luta, que nos motiva também e nos faz perceber o que mudou e o que ainda está por aqui, escancarado nas entrelinhas. As protagonistas tomam consciência de suas vidas, vivendo várias e importantes reviravoltas, e mesmo sendo tão diferentes, se protegem, como tem que ser.
A série mostra como é importante a união e apoio entre as mulheres. Me emocionei diversas vezes, sorri e também chorei. As personagens são fortes, inspiradoras, maravilhosas e imperfeitas que estão sempre se (re)descobrindo, são comuns e tão incríveis! Queria é ser amiga delas!
Sem contar que o seriado todinho em espanhol é lindo demais - e também não falei dos figurinos! Mal posso esperar pela segunda temporada, ainda mais com um final como o que foi. Nossa!
Vocês já viram? Me contem! Se ainda não, não podem perder.
Beijo beijo!
Adoro a narração, trazendo à tona diversos dos assuntos abordados, de maneira sensível e sutil. Gosto demais das mensagens que trazem nos fazendo refletir (isso também acontece em Call The Midwife!). Há diversas falas sobre sentimentos e emoções, através de várias perspectivas.
Uma das minhas partes preferidas é a que tem essa frase
É interessante demais acompanhar essa luta, que nos motiva também e nos faz perceber o que mudou e o que ainda está por aqui, escancarado nas entrelinhas. As protagonistas tomam consciência de suas vidas, vivendo várias e importantes reviravoltas, e mesmo sendo tão diferentes, se protegem, como tem que ser.
A série mostra como é importante a união e apoio entre as mulheres. Me emocionei diversas vezes, sorri e também chorei. As personagens são fortes, inspiradoras, maravilhosas e imperfeitas que estão sempre se (re)descobrindo, são comuns e tão incríveis! Queria é ser amiga delas!
Sem contar que o seriado todinho em espanhol é lindo demais - e também não falei dos figurinos! Mal posso esperar pela segunda temporada, ainda mais com um final como o que foi. Nossa!
Vocês já viram? Me contem! Se ainda não, não podem perder.
Beijo beijo!
Sobre a amizade entre mulheres
escrito por Unknown
Amizade. Amigas. Mulheres.
Já escrevi sobre isso várias vezes, mas sempre falando de uma amiga especificamente. E ultimamente tenho observado e pensado muito sobre a amizade entre mulheres, e isso porque não gosto nada daquela ideia de que mulheres são concorrentes, inimigas, rivais, fofoqueiras, e que não têm uma amizade sincera.
Sempre fui muito de boa quanto a isso, mesmo quando adolescente notava com frequência olhares diferentes vindos das mulheres, olhares de disputa. Vivemos numa sociedade onde se ensinava às meninas que elas não podiam ser amigas, pois sempre havia uma coisa a brigar, mesmo que inconscientemente: roupas, popularidade, cabelos, meninos.
Durante muito tempo achamos que essa amizade não era possível, e algumas de nós ainda acredita nisso. Eu acredito no amor entre mulheres, na sororidade, no feminismo.
Não estamos contra vocês, estamos a favor de todas nós
Sororidade é uma das palavras mais bonitas que já li. Pelo significado, pelo jeito que soa quando falada. Sororidade é a irmandade entre as mulheres, irmandade movida pela empatia, que luta principalmente pela igualdade de gênero.
Depois que você percebe como é cruel a competitividade que nos é ensinada, você para. E pensa. Mulheres são pessoas, como nós, e como nós, merecem uma vida sem julgamentos, com amigas e sentimentos sinceros. Sem também nos diminuir por isso. O pensamento machista é ruim para TODAS nós.
Depois que descobri a sororidade, um mundo se abriu para os meus olhos. Antes, entre mulheres, eu me sentia observada, analisada, julgada, e não conseguia expressar muitos sentimentos. Agora, ao invés de me sentir invadida, me sinto entre iguais. Me sinto segura! (um exemplo incrível disso é o Pop Plus, que reúne muuitas mulheres em um mesmo lugar, com uma energia mais que maravilhosa!)
O feminismo nos faz pensar em muitas coisas, inclusive sobre esse nosso histórico sobre relacionamento entre mulheres, o que nos faz ser mais empáticas também. Quando nos damos conta de tudo isso, percebemos quanto tempo perdemos lutando contra a outra, quando na verdade lutar junto da outra é muito melhor. O que não significa que, apesar de ser mesmo maravilhoso ter uma mulher como amiga, não estamos livre das decepções, assim como em qualquer outra relação.
Mas eu te digo que, vale sim o risco: as alegrias são muito maiores! A gente aprende a valorizar a coletividade e amizades femininas, aquelas que vem com o não-julgamento e a ausência de rótulos.
Sem deixar de citar que não precisamos ser amigas para exercer a sororidade, afinal o não-julgamento não se aplica somente à quem é da nossa vida. Podemos também valorizar o trabalho das minas e as lutas são muito melhores quando estamos juntas.
É importante demais nos mantermos unidas, juntas pelos mesmos ideais, sem julgamentos, sem diminuir, só fortalecer! E para finalizar:
Não é porque sua amiga tem uma melhor amiga que ela é menos sua amiga
Não é porque vocês não se veem com frequência que o amor é menor
Não é porque a gente ama uma, que diminui o amor pela outra
Juntas somos (muito) mais fortes ♥
Amor não é só o romântico
escrito por Unknown
Vira e mexe, as pessoas questionam direta ou indiretamente
se rola ~um clima~ entre nós. Geralmente nós rimos e entramos no clima zoeiro,
mas no fundo eu penso no quão difícil é acreditar na amizade entre mulheres, e
que exista “só” amizade entre nós. Nós nos amamos, isso é fato. Amigas também se
amam, sabiam?
Toda vez que falamos em amor, pensamos primeiro no
romântico. E é por pensarmos nele primeiro, que os outros consequentemente
ficam para segundo plano. Então quando vemos duas pessoas que estão felizes
juntas, logo desconfiamos de que existe ~algo mais~ ali, pensando se é mesmo somente
amizade, quando na verdade, minha gente, a amizade é um dos sentimentos mais
lindos desse mundo: ela vem carregada de amor! Percebe, Ivair, a petulância
do cavalo?
Amor não é só o romântico. E por isso falta também o próprio
às vezes.
Também por isso, quando somos questionadas sobre o que amamos, não nos
lembramos de nós mesmas.
Por isso a ideia da competição feminina, fofoca e inveja imposta
por toda uma sociedade machista é tão forte.
Por isso a sororidade é tão importante, e também por isso,
precisamos tanto do feminismo.
Uma pesquisa rápida no Google sobre “amizade entre mulheres”
e depois “amizade entre homens”, me fez chegar nisso: “O lado perverso da
relação entre mulheres” x “Amigos homens são mais cúmplices”. É assim que a
amizade entre homens e mulheres foi enxergada por muito tempo, e isso tá mudando, grazadeus!
Estamos aqui também para provar que a amizade
entre mulheres existe, é sincera, bonita e muito verdadeira. Faz um bem
danado, nos deixa mais felizes, mais seguras e cada vez mais certas de quem
somos; das lutas que temos pela frente, trabalhando pelo empoderamento
coletivo, de todas as mulheres, juntas.
Somos parceiras, estamos aqui uma pela outra. Vem com a gente?
Bailarina Feminista
escrito por Rosa
Bom dia, gente Maggnífica.
Eu deixei o look de hoje guardado para a semana que se inicia: a semana da mulher. Uma semana de muita luta, discussão e debates em torno da questão feminista.
Adivinha o que aconteceu quando eu, ocasionalmente passeava pela Renner, bati o olho nesse body? Acertou quem disse que eu gritei e corri comprar.
Eu deixei o look de hoje guardado para a semana que se inicia: a semana da mulher. Uma semana de muita luta, discussão e debates em torno da questão feminista.
Adivinha o que aconteceu quando eu, ocasionalmente passeava pela Renner, bati o olho nesse body? Acertou quem disse que eu gritei e corri comprar.
Além de lindo, o body veste MUITO bem. O tecido é grosso, permite que a gente use sem sutiã tranquilamente (VIVA), é confortável e tudo. Acho só um pouco quente, ainda mais sendo preto, não usaria no sol, sabe?
O rosê do escrito e dos detalhes me fez, de imediato, lembrar da minha amada saia de tule da Xica. Ela certamente é a minha peça favorita do guarda roupa. Amo de paixão. Meus alunos não me aguentam mais me ver usando.
Pra finalizar, um toque metalizado, que eu ando amando: um oxford bronze. A sola branca mantém a fofura do look, mas o modelo da uma quebrada no ar bailarina. Achei a misturinha boa.
pessoa feliz com tule
Aproveitando pra fazer um jabazinho do meu livro: Guia Prático do Feminismo. Pode comprar pelo site da Editora Letramento ou da Livraria Cultura
E aí, gostaram do look?
Vamos às dicas.
O body é da Renner
A saia é da Xica Vaidosa
O oxford é da Aletza Shoes
e o livro: eu que escrevi hihihi
As fotos sempre maravilhosas: Maiara de Marco Fotografia
Beijos e força na luta!
Guia Prático do Feminismo: como dialogar com um machista - Vem aí!
escrito por Rosa
Bom dia, gente Maggnífica!
Hoje vim falar uma das coisas mais lindas da vida: o nascimento do meu livro <3
Esse livro é filho de um trabalho antigo que tenho sobre feminismo no meu blog pessoal e que foi resgatado para ser transformado em livro por dois editores maravilhosos, o Henderson Fürst e o Gustavo Abreu, responsáveis pela Editora Letramento.
O convite deles foi uma das coisas mais felizes da vida: me deram total liberdade para escrever o que eu quisesse, deixaram eu usar e abusar do humor (que cês sabem que eu sou chegada numa bagunça) e me deram toda força do mundo para que esse livro tivesse a minha cara mesmo.
O livro está em forma de diálogo, com um 'senhor' machista. A ideia é partir dos pensamentos recorrentes sobre mulher e feminismo, de modo a desconstruir o raciocínio.
Além disso, tem glossário para facilitar, e muita muita didática - titia é professora, monamu - assim, o livro fica 'legível', gostoso e passa a mensagem de maneira mais eficiente.
Dá uma olhada na proposta:
Venha cá. O senhor é um homem? Isso é um convite para um diálogo. Não grita. Não levanta a voz. Também não finja que sabe do que eu estou falando. Peça uma cerveja, se preferir – café também serve – e me escuta. Mas escuta mesmo. Eu vim falar sobre um monte de coisa bem ruim que você está fazendo. Sim, você. Sim, até você. Não é gostoso de descobrir, mas é tristemente necessário. Esse diálogo fala de violência, aquela praticada todos os dias contra mulher – enxergue você ou não. Essa conversa que falar, também, sobre mudar esse quadro. Você precisa mudar, senhor.
Se você é uma mulher, senta do meu lado, vem. Aqui do meu lado eu te escuto bem. Respira fundo que não vai ser fácil. Quero seu apoio, quero sua versão dos fatos. Senta aqui e conta comigo essa história – que é de todas nós – e precisa – urgentemente – de uma nova versão.
Ah, preciso dizer: a Marina teve papel fundamental nesse livro. Cobrindo minhas faltas aqui no blog, entendendo quando eu não podia ir a eventos porque tava escrevendo que nem doida. Dividindo a vida como minha companheira que é. Além de ser uma inspiração de mulher pra mim, por isso: Ma, muito obrigada.
E aí, gostaram da novi?
Ficou animada? Ficou animado? Quer ler?
Tem link com pré-venda e FRETE GRÁTIS PRO BRASILZÃO: só entrar AQUI
Se quiser me ver pessoalmente, me dar um beijo e um abraço gostoso, vem pro lançamento em Campinas (se tudo der certo, faço um em SP também!)
Evento do Lançamento em Campinas: AQUIMais informações na minha Fan Page: Marcella Rosa
Ficamos fora
escrito por Unknown
Nós ficamos um tempão fora do ar. Recebemos muitas mensagens perguntando o que aconteceu com o Blog ou qual o motivo de não conseguirem acessar. Agora vocês já sabem que voltamos com força total e viemos aqui nesse post contar o que de mais relevante aconteceu por esses dias e que não tivemos a oportunidade de contar para vocês:
A Virada aconteceu do dia 28 para 29/09, com foco na questão do aborto, que muito tem a ser falado. Com uma programação extensa, intensa e sensacional de vídeos, lives, textos e indicações, a Virada Feminista Online debateu com muita qualidade o que precisa ainda ser dito! Vale a pena entrar no evento do Facebook e dar uma olhada nas palestrantes, para conhecer, seguir e se apaixonar - #juntassomosmaisfortes ♥
Virada Feminista Online
A Virada aconteceu do dia 28 para 29/09, com foco na questão do aborto, que muito tem a ser falado. Com uma programação extensa, intensa e sensacional de vídeos, lives, textos e indicações, a Virada Feminista Online debateu com muita qualidade o que precisa ainda ser dito! Vale a pena entrar no evento do Facebook e dar uma olhada nas palestrantes, para conhecer, seguir e se apaixonar - #juntassomosmaisfortes ♥
Mulheres Digitais
Bazar Mabelle Plus
O evento aconteceu dia 15/10 em São Paulo, com um único foco: falar sobre respeito. Parece simples, mas é um sentimento tão urgente quanto todas as problematizações que todo mundo têm pra fazer. A edição todinha foi dedicada à ele, e a programação foi linda! Dá pra conferir AQUI.
Bazar Mabelle Plus
O Bazar Mabelle Plus aconteceu dia 16/10 em São Paulo, com muita moda, informação e diversão, O evento, criado no Facebook, funcionou como um bazar, contando com a presença de diversas marcas plus size, palestras e bate-papos super bacanas. Além disso, aconteceu também um desfile! Só a mulherada empoderada reunida ♥ para assistir, é só clicar AQUI. Não fomos também por conta de outros compromissos já agendados, mas queremos muito a próxima edição!
#ElaFazHistória
O #ElaFazHistória é um programa do Facebook para mulheres, e chegou em sua 3ª edição. Aconteceu dia 17/10 em São Paulo, com palestras, discussões sobre protagonismo feminino e oficinas de capacitação para novas empreendedoras.
A incrível Flávia Durante participou do painel #ElaEmpodera, contando também sobre empoderamento da mulher gorda e a moda plus size, atrelando com sua trajetória com o Pop Plus. Deve ter sido demais! Gostaríamos muito de ter ido, mas segunda-feira à tarde foi meio complicado para nós :(
Unilever e Folha de São Paulo debatem empoderamento feminino
Com o intuito de discutir a situação atual da mulher no Brasil, trazendo diferentes vivências e perspectivas e propor soluções para a promoção da igualdade de gênero, a 3ª edição do Diálogos Transformadores, projeto realizado pela Folha de São Paulo e Ashoka com patrocínio da Unilever, reuniu um time de mulheres que estão fazendo a diferença para debater o tema Empoderamento Feminino.
O evento aberto ao público aconteceu dia 18/10 em São Paulo, e entre as convidadas estavam presentes Alexandra Loras, consulesa da França no Brasil; Tatiana Trevisan, vice-presidente do movimento Mulher 360; Ana Paula Padrão, apresentadora de TV; Regina Madalozzo, pesquisadora e professora do Insper; Tata Amaral, cineasta, e Amalia Fisher, criadora do Fundo ELAS.
Não estivemos presentes no evento por conta do horário, mas ficamos felizes demais por debates assim estarem acontecendo com maior frequência!
Todas as fotos são divulgação.
Todas as fotos são divulgação.
Só evento maravilhoso, num é? Vocês participaram de algum? Nos contem!
Que venham muuuitos outros! ♥
"Somos as netas das bruxas" - Editorial
escrito por Unknown
“Quando lemos sobre uma bruxa sendo queimada, uma mulher possuída por demônios, uma mulher sábia vendendo ervas… Acho que estamos olhando para uma escritora perdida, uma poeta anulada.” Esse trecho do livro “Um teto todo seu”, da maravilhosa Virgínia Woolf, explica o propósito do editorial: somos as netas das bruxas...
...que não puderam queimar. Vivemos, ainda em 2016, diferentes fogueiras: algumas simbólicas outras nem tanto. O nosso país mata, mutila, violenta, isola e invisibiliza mulheres, sustentado por uma cultura patriarcal, misógina e que tem como fundamento uma hierarquia entre os gêneros.
A mudança nesse paradigma tem que acontecer: a equidade, ainda que distante, tem que ser buscada. Queremos mulheres mais seguras, mais fortes, mais livres e mais felizes. A moda, como linguagem e produtora de sentido, pode ser uma aliada nessa luta.
A mudança nesse paradigma tem que acontecer: a equidade, ainda que distante, tem que ser buscada. Queremos mulheres mais seguras, mais fortes, mais livres e mais felizes. A moda, como linguagem e produtora de sentido, pode ser uma aliada nessa luta.
"Somos as netas das Bruxas" é um editorial dedicado a marcar uma virada definitiva do Blog Maggníficas: Marina Sena e Marcella Rosa vestem as mulheres e as roupas, em homenagem a todas as mulheres que antes viveram e morreram para permitir a voz e a liberdade feminina.
As fogueiras que marcaram a morte de inúmeras mulheres ao longo da história ainda não se apagaram: mulheres foram queimadas por serem mulheres e, ainda hoje, o são. As fogueiras contemporâneas estão travestidas de violência sexual, psicológica e material. Só o empoderamento, o amor próprio, a sororidade e a luta podem vencer essa batalha.
Ficha técnica:
Fotografia: A Casa Retrato
Beleza: Fabi Cunha
Looks: Camila da Mata
Colares: Iyá Iyá
Produção: A Casa Retrato e Maggníficas
Seguimos juntas, com a energia e a força desse Editorial, agora também com um novo layout, simbolizando essa nova etapa do Maggníficas. Nossa revolução só pode ser feita juntas!
Modefica Offline
escrito por Unknown
Oi, pessoal!
Aqui em São Paulo está sempre acontecendo algum evento, e quero dividir com vocês um que quero muito ir e acompanhar de pertinho!
É o Modefica Offline, um evento anual organizado pelo Modefica, com o objetivo de aproximar pessoas e promover trocas no mundo offline. Até aí tudo bem, né? Mas o Modefica acontece em um final de semana todinho, para debater ideias e inspirar mudança, com foco no feminino, feminismo e o fazer!
Ficou curiosa assim como eu fiquei quando conheci? Tem muita coisa bacana!
Acontecerão bate-papos sobre ideais e ações que promovem mudanças na sociedade por meio da inovação e criatividade, sendo 9 rodas de conversa sobre feminismo, empreendedorismo, arte, ativismo, moda e muito mais, com 37 convidadas inspiradoras!
O acesso aos bate-papos é limitado, é necessário confirmar a presença e comprar ingresso. Para participar durante um dia inteiro o investimento é de R$110,00 e há um desconto para quem deseja se engajar nos dois dias. O sábado é dedicado às questões de moda, arte e ativismo. O domingo mergulha ainda mais no universo do comportamento, o empreendedorismo com viés socioambiental, trazendo discussões sobre espaços exclusivos concebidos para mulheres; a reflexão passa pela saúde abordando uma conversa sincera sobre distúrbios alimentares, e termina num papo sobre beleza, propondo um olhar holístico ao tema. A quebra de paradigmas está presente em todas as conversas! Para ver toda a programação dos bate-papos e se inscrever, é só clicar AQUI.
Ah! Também tem música, gastronomia, exposição e workshops mão na massa (faça você mesmo e libere a criatividade), colocando pessoas em contato com fios, tramas e linhas, por meio da tecelagem, bordado, crochê e tricô. Para consultar a programação e realizar a inscrição dos workshops, clique AQUI. O investimento para cada workshop é de R$85,00 ou R$225,00 para participar de 3 no mesmo dia. Parte das vendas das entradas será doada ao projeto Cão Sem Fome.
Uma programação de workshops de fazeres manuais acontece nos dois dias do evento. Na foto, o trabalho de Cami Belotti, que dará a oficina de Bordado Temático: Lendas de Aracne e As Teias do Feminino. Foto Julia Pires
Além disso, há a oportunidade de conhecer marcas brasileiras que estão transformando a maneira de produzir e comercializar moda, design e arte. Todos os produtos da loja pop-up foram escolhidos por não utilizarem nenhuma matéria-prima de origem animal, provar o cuidado na produção legal e prezar pela sustentabilidade de toda cadeia produtiva e comercial da marca. Detalhe: todas as marcas são de design e produção brasileira, desde papelaria, acessórios e plantas até moda, arte, joias e beleza. Uma Pop-up Store de marcas independentes criadas e comandadas por mulheres, que se destacam dentro do cenário da economia criativa.
O mais bacana desse evento é que ele é todo pensado no empoderamento das mulheres, além de incentivar o empreendedorismo e protagonismo feminino, e a sustentabilidade e produção local. Isso é importante demais! Para conhecer todas as marcas participantes, é só clicar AQUI.
"Somos uma plataforma para mulheres, feita por mulheres, que aposta na capacidade humana de ganhar mais consciência e gerar impacto positivo nas suas comunidades e além", afirma Marina Colerato, fundadora do Modefica. "A proposta do Modefica é inspirar pessoas a fazer escolhas de vida melhores", comenta. Neste ambiente feminino, discussões e reflexões têm a moda e o comportamento como foco e o propósito é usá-la como ferramenta para gerar impactos socioambientais positivos. "Vemos que a moda, como uma área transversal e dinâmica que influencia todo um estilo de vida, está muito além da roupa e se relaciona com autoestima, comunicação, expressão, consciência, economia, inclusão etc. Nosso entorno pode ser transformado a partir de boas práticas de produção e consumo e dedicamos nosso tempo a descobrí-las, testá-las e promovê-las", explica Marina.
A loja pop-up conta com empreendedoras na área de moda, beleza, design e decoração. Foto Julia Pires
O Modefica Offline é aberto ao público e o acesso à exposição, pop-up store, atração musical e gastronomia é gratuito.
Serviço - Modefica Offline
Quando: 06 e 07 de agosto (sábado e domingo)
Horário: das 10h às 20h
Local: Espaço Aldeia
Endereço: Rua Lisboa, 445 - Pinheiros, São Paulo/SP (próximo as estações de metrô Fradique Coutinho e Clínicas)
Evento no Facebook: clica AQUI
Fonte: divulgação
Beijo beijo!
Minorias dentro da minoria
escrito por Colaboradores Maggnificas
Com uma história marcada pela escravidão, os negros ainda são vitimas de um falso 13 de maio. A
abolição de fato não ocorreu. O gênero é sim um complicador, mas quando somado
á questão da raça, se torna uma maior dificuldade. A mulher negra é a mais
desvalorizada da América.
Atualmente, com os padrões de belezas intitulados pela mídia, as mulheres negras são agredidas diretamente. O nariz largo, a boca carnuda, o cabelo enrolado ou crespo, não são pretextos para beleza atual. O que valorizam na mulher negra são suas curvas. Objetivando-a. Ocupando cargos baixíssimos e sendo as maiores vítimas de morte e violências doméstica (fatos ligados ao índice de pobreza), a mulher negra sofre com esse sistema que prende a sua fala e abaixa a sua autoestima!
Atualmente, com os padrões de belezas intitulados pela mídia, as mulheres negras são agredidas diretamente. O nariz largo, a boca carnuda, o cabelo enrolado ou crespo, não são pretextos para beleza atual. O que valorizam na mulher negra são suas curvas. Objetivando-a. Ocupando cargos baixíssimos e sendo as maiores vítimas de morte e violências doméstica (fatos ligados ao índice de pobreza), a mulher negra sofre com esse sistema que prende a sua fala e abaixa a sua autoestima!
Por isso se faz necessário a grande onda que é o Feminismo.
É o feminismo que diz que as meninas e mulheres negras não precisam alisar seus
cabelos para se sentirem bonitas, ele as empoderam a se sentirem bem sendo quem
elas são, quebrando padrões e estereótipos. É o feminismo que acredita na
igualdade social, política e econômica entre os sexos. É o feminismo negro que canta “menina
pretinha, exótica não é linda, você não é bonitinha, você é uma RAINHA!”
Meu nome é Larissa Liz, tenho 19 anos, sou de Limeira, mas vivo em Araraquara cursando Letras na UNESP. Conheci um pouco sobre o feminismo no meu cursinho nas aulas de redação com a professora Marcella. Reconheci também a minha identidade e a aceitei. Sonho em viajar pelo mundo e conhecer o máximo de culturas possíveis.
Maggnifiquinhas: Assédio: até quando?
escrito por Unknown
Em casa, na rua, na escola, no trabalho. O tempo todo, no mundo todo, mulheres são vítimas de assédio, seja ele físico, verbal, oral, ou moral. Por ser uma experiência que praticamente todas nós já tivemos o desprazer de experimentar, escolhi para ser o tema do meu terceiro texto aqui.
E você? Já sofreu algum tipo de assédio? Imagino que sim. Infelizmente, isso passou a ser parte do cotidiano das mulheres. Já aconteceu comigo, com todas as minhas amigas, com a minha mãe, com as minhas tias e provavelmente com todas as moças que eu conheço. Com a ajuda de um formulário, e de muitas moças com boa vontade, eu reuni diversas informações sobre o assunto.
Sempre que pensamos em assédio, vem imediatamente a imagem de um desconhecido nas nossas cabeças. Mas nem sempre é assim. Ele pode estar frequentando a sua casa, ou dividindo o mesmo sobrenome que você. Acontece mais vezes do que imaginamos, infelizmente. Como conta Catarina* sobre seu primo se achou no direito de masturbar em sua frente assim que viu uma oportunidade, ao procurar um livro em sua casa. Ou, como me disse Carla*, que abriu o portão á noite para seu tio — que estava muito bêbado — entrar em casa, e acabou tendo o caminho de 20 metros entre o portão e porta o mais longo de sua vida, porque durante esse caminho, ele resolveu se esfregar nos seios dela, que na época, tinha a minha idade, 14 anos.
Como 76% das meninas, Catarina* não procurou ajuda, afinal, 45,5% que procuram, têm os motivos pelos quais aquele assédio aconteceu questionado. “Mas aquele shortinho, provocou o cara.”, “Com esse batom vermelho, tá pedindo mesmo!”. Desse jeito fica bem difícil, né? Maria* sabe muito bem disso. É assediada pelo tio desde os 12 anos, foge dele até hoje e jamais fica sozinha em casa. Mas mesmo assim, a culpa é toda dela, segundo sua mãe. Sem contar que sempre haverá seres indesejados comentando que algumas de nós precisamos dizer que graças a Deus, um homem te notou, como se um assédio fosse algum tipo de privilégio. “Afinal, somos tão feias, não é mesmo?
Quem nos assediaria? A melhor coisa que poderia acontecer comigo, seria alguém tocando em meu corpo, sem a minha permissão, por que se não fosse por isso, ficaríamos todas velhas, solteiras, e cheias de gatos, e isso é tão horrível, não é mesmo?” Por isso também que as moças não pedem ajuda. Casos desse tipo, aconteceram muito na época do #MeuPrimeiroAssédio, e eu gostaria de aproveitar para dizer a vocês que “ficar pra titia” não tem nada de feio não. Feio mesmo, é dizer que alguém precisa agradecer por ser assediada só porque você acha tal pessoa “feia e peluda”,como já vi muito por aí.
Outra coisa que imaginamos também, é que os assédios mais banais, acontecem na escuridão das madrugadas. Mas não. 84% ocorrem em todos os horários do dia, como com Vanessa* que saiu à tarde para as compras e acabou com hematomas no braço, e só saiu “a salvo” porque pediu piedade ao seu assediador.
Assustador, não é mesmo? É mais ainda quando soubemos que pra assédio, não tem idade. Eu recebi relatos de moças entre 13 e 41 anos (inclusive, preciso chamar a atenção pela falta de mulheres mais velhas no feminismo), mas uma delas me contou que, aos cinco anos, acompanhada de amigas mais velhas á caminho do mercado, um garoto levantou suas saias, o que a deixou assustada e sem reação.
Assédios também costumam vir de maneiras sutis, como aquele beijo pegajoso na bochecha que por um estranho motivo, foi parar no seu pescoço. Esses, a gente até pensa que foi coisa na nossa cabeça, pura invenção. Mas eu te digo que não foi. Se tiver alguma coisa te incomodando, pode ter certeza de que há alguma coisa errada.
A todas as manas que me enviaram os seus relatos, eu deixo um grande beijo. Vocês são muito corajosas. Eu não citei todos, mas li um por um, e desejo á todas vocês, muita força. Vocês fizeram isso aqui acontecer. Obrigada!
*Todos os nomes utilizados são pseudônimos
Texto por Mariana Fernandes, 14 anos
Texto por Mariana Fernandes, 14 anos
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Maggnifiquinhas: Sororidade – juntas somos mais fortes
escrito por Unknown
Nós, mulheres, somos educadas para sermos rivais. Parece radical de se dizer, mas infelizmente, é real. Eu confesso que já tive o pensamento: “olha a roupa curta dela, não se dá ao respeito” o que é machista e sem sentido, mas posto nas nossas cabeças desde sempre. Aprendemos que mulheres de respeito são recatadas, ao invés de aprendermos que o respeito deve ser igual a todas, independentemente da maneira que elas se comportam, afinal, isso não é da conta de ninguém a não ser delas mesmas. Confesso também, que é a coisa mais difícil de desconstruir, porém, extremamente necessário. Não faz sentido odiar uma mulher apenas por ser uma mulher, num mundo, onde precisamos umas das outras sempre.
A primeira coisa que sempre penso ao escrever sobre sororidade – a aliança entre as mulheres com base na empatia e no companheirismo – é o assédio. Afinal, numa situação que é muito bem compreendida por nós, é também uma na qual nós é que sabemos como cuidar umas das outras. Por que, ao invés de questionar uma mulher sobre o motivo de um assédio, você não a acolhe, e acompanhe caso queira denunciar? Ou, quando ver alguma moça em situação de risco, por que não andar ao lado dela na rua, ou sentar no assento ao lado no metrô? Juntas, somos muito mais fortes, e se mantermos sempre unidas, poderemos fazer do mundo, um lugar melhor para se viver e ser livre.
Então, moça, esqueça essa rivalidade com a sua colega de trabalho, ou aquela garota que você não vai muito com a cara. Esqueça também, aquele ódio que você sentiu quando a amiga do seu namorado deu em cima dele (eu sei, é desagradável, mas o que um não quer dois não fazem, certo? O seu namorado é sim muito capaz de recusar alguém. “A carne é fraca” ou “eu não resisti” é papo furado, amiga). Olhe para a próxima, e sinta empatia, afinal, é disso que o mundo precisa.
Texto por Mariana Fernandes, 14 anos
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Somos Marcella Rosa e Marina Sena, parceiras no blog, na luta e na vontade de mudar - nem que seja um pouquinho - o mundo. O Maggníficas é um pouco de nós, porque aqui tem moda democrática, empoderamento feminino e amor próprio. Nosso foco é a sororidade e a vivência plena de todos os corpos, porque acreditamos que somos todas maggníficas e que todo mundo pode tudo!
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