Minorias dentro da minoria

escrito por Colaboradores Maggnificas


Com uma história marcada pela escravidão, os negros  ainda são vitimas de um falso 13 de maio. A abolição de fato não ocorreu. O gênero é sim um complicador, mas quando somado á questão da raça, se torna uma maior dificuldade. A mulher negra é a mais desvalorizada da América.

Atualmente, com os padrões de belezas intitulados pela mídia, as mulheres negras são agredidas diretamente. O nariz largo, a boca carnuda, o cabelo enrolado ou crespo, não são pretextos para beleza atual. O que valorizam na mulher negra são suas curvas. Objetivando-a. Ocupando cargos baixíssimos e sendo as maiores vítimas de morte e violências doméstica (fatos ligados ao índice de pobreza), a mulher negra sofre com esse sistema que prende a sua fala e abaixa a sua autoestima!
 
Por isso se faz necessário a grande onda que é o Feminismo. É o feminismo que diz que as meninas e mulheres negras não precisam alisar seus cabelos para se sentirem bonitas, ele as empoderam a se sentirem bem sendo quem elas são, quebrando padrões e estereótipos. É o feminismo que acredita na igualdade social, política e econômica entre os sexos.  É o feminismo negro que canta “menina pretinha, exótica não é linda, você não é bonitinha, você é uma RAINHA!”

Meu nome é Larissa Liz, tenho 19 anos, sou de Limeira, mas vivo em Araraquara cursando Letras na UNESP. Conheci um pouco sobre o feminismo no meu cursinho nas aulas de redação com a professora Marcella. Reconheci também a minha identidade e a aceitei. Sonho em viajar pelo mundo e conhecer o máximo de culturas possíveis.


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