Obesidade

escrito por Marina Sena


Quando li o post da Carol Caran  Assumindo seu lado MaGGnífico – Parte 1, lembrei que semana passada li na TV do metrô uma notícia que me deixou encucada:

“Até 2030, 50% da população dos EUA será de obesos, diz pesquisa. Atualmente são 99 milhões.”

Sabemos que a obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal associada a problemas de saúde. 
Apesar de se tratar de uma condição clínica individual, é vista como um sério e crescente problema de saúde pública: o excesso de peso predispõe o organismo a uma série de doenças, como doenças cardiovasculares, diabetes, colesterol, apnéia do sono, osteoartrite, entre outros.

No Brasil, 6,6% das crianças de 0 a 5 anos sofrem de obesidade. Calcula-se que aproximadamente de 20% a 25% das crianças brasileiras apresentem excesso de peso na faixa etária entre 7 e 14 anos.
Os principais fatores associados à obesidade infantil são o sedentarismo e o maior consumo de alimentos ricos em carboidratos refinados e gorduras, provocados pela onda de fast foods no mercado. As necessidades nutricionais das crianças são altas e o tipo de alimentação adotado nesta fase é muito importante para a saúde durante a vida. Estudos mostram que doenças da vida adulta como obesidade, câncer, osteoporose, doenças do coração e diabetes normalmente resultam de escolhas alimentares erradas na infância.
 Segundo o Ministério da Saúde, já são 6 milhões de adolescentes obesos e as pesquisas indicam que há cerca de 17 milhões de obesos no Brasil, o que representa 9,6% da população.
A OMS considera a obesidade um dos dez principais problemas de saúde pública do mundo, classificando-a como epidemia.
A obesidade, além de ser responsável por muitas doenças, ainda pode afastar a pessoa da sociedade. Muita gente tem vergonha de ser gordo e vergonha do corpo que tem. Para melhorar a autoestima, as dietas milagrosas são procuradas com frequencia, que muitas vezes ao invés de ajudar acabam atrapalhando.A obesidade vem de fatores genéticos, hábitos alimentares e familiares, fatores sócio-econômicos, entre outros. Muitas vezes as pessoas obesas têm mais de um desses fatores, ou seja, a obesidade é multifatorial.
O principal tratamento para a obesidade é a mudança dos hábitos alimentares, praticar muito exercício físico e, quando necessário, uma cirurgia de redução de peso. Mais difícil do que perder peso, é manter o peso reduzido. Daqueles que perdem 10% ou mais de sua massa corporal, 90% recuperam todo o peso perdido de dois a cinco anos.

Se você tem uma história e quer nos contar, envie para maggnificas@gmail.com


Nenhum comentário:

Postar um comentário


Somos Marcella Rosa e Marina Sena, parceiras no blog, na luta e na vontade de mudar - nem que seja um pouquinho - o mundo. O Maggníficas é um pouco de nós, porque aqui tem moda democrática, empoderamento feminino e amor próprio. Nosso foco é a sororidade e a vivência plena de todos os corpos, porque acreditamos que somos todas maggníficas e que todo mundo pode tudo!

maggnificas@gmail.com