Meet me in Mountauk

escrito por Rosa


Brilho eterno de uma mente sem lembranças é um filme que veio acompanhando a minha vida desde que foi lançado, em 2004.  A primeira vez que eu vi foi no ensino médio, recém-lançado, algo como 2005 ou 2006. Em 2007, tinha um amigo no orkut que tinha como descrição do perfil:
"I'm just a fucked up girl who is looking for my own peace of mind": ele havia trocado o girl por person. 

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A primeira vez que li achei simpático; na segunda, reconheci a origem da citação, lembrei do filme que tinha me atraído e resolvi assistir de novo. Aí, na segunda vez que assisti, menos distraída com a fotografia maravilhosa e começando desde o início sabendo o que aconteceria - portanto, lidando melhor com os lapsos temporais - esse filme foi um soco.
Eu me reconhecia tanto com a Clementine que tinha dificuldade de lidar com alguns diálogos. Eu tinha uma raiva enorme do Joel, por prendê-la, limitá-la, sufocá-la. A necessidade de liberdade, a instabilidade das cores, tudo isso me tocava: eu era, no auge dos vinte e poucos anos, a própria Clementine: incomodada; feliz, mas não muito; desarticulada; tentando achar algum tipo de paz de espírito que não vinha - nunca vem,não deve vir - do outro. 
O que fazia desse filme um dos meus prediletos era justamente porque, enquanto houvesse Clementine, havia a possibilidade de uma intensidade sincera. Eu sempre achei Joel injusto, especialmente na passagem em que ele diz que ela prometia um mundo maravilhoso no seu modo de levar a vida, mas era tudo artificial. 
Eu era mais artificial.

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Fazia nos que eu não via esse filme, ainda que por muitas vezes ele tenha sido a foto de capa do meu facebook, as citações mais compartilhadas das minhas redes sociais e minha memória de drama/romance que me suscitava prazer. Fazia tempo que eu não encontrava com as minhas inseguranças que conversam tanto com Clementine; fazia tempo que eu não me lembrava das minhas incertezas a la Joel.

Ontem, assisti de novo. Não de qualquer jeito. Eu queria muito rever, eu sabia que devia.
Eu revi do lado de uma pessoa que eu gosto de uma maneira que não conhecia.
Foi maluco.
Em algumas cenas, eu quase queria tampar os olho daquele que assistia comigo, porque eu sentia que ele ia se ligar obviamente que aquela fraqueza escancarada é também a minha. Ao mesmo tempo, eu senti aquele sentimento maluco de entender absolutamente o que está sendo dito ali.

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você já esteve exatamente onde queria estar? Eu estava, ontem. Eu tenho estado. Meu lugar é uma pessoa e um momento: a paz de espírito dele e este amor próprio que eu demorei tanto a conhecer.

Esse filme - que eu sigo recomendando - não me atrai mais só porque a loucura da Clementine ecoa aqui dentro, mas porque, ontem, eu lembrei um medo que eu tinha me esquecido. O que acontece se, de repente, não der certo?

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A memória fica. O amor também.
No fim das contas, a metáfora se estabelece: tem gente que a gente pode até tentar esquecer, mas não vai. Tem gente que vira pedaço da gente.



Vestido choker

escrito por Marina Sena


Ei, gente! Depois que a tendência choker entrou em nossas vidas, é difícil ir embora... Tem colarsutiã e também peças, como blusinhas e vestidos! Para todos os gostos e estilos! Eu aderi a tendência e amo, e hoje vim mostrar um vestido lindo:




Esse modelo é bem básico, se não fosse pela choker que dá um ar de "diferente", além da estampa! O decote em V com choker é uma graça e eu acho bonito mesmo quando a gente mostra o colo, nem que seja um tiquinho!




É um vestido camisetão, que facilmente pode ser usado com um cinto para acinturar, ou mais despojado como estou usando. Ele é em crepe e atrás tem um detalhe de recorte vazado e o fechamento é feito através de dois botões. Eu amo esses detalhes ♥



Bem plena e confortável com meu vestido choker ♥

O vestido é da Chic & Elegante (tem AQUI) e o tênis é Melissa (tem AQUI). O vestido foi presente da marca e se está aqui é porque eu amei e uso de verdade ♥ 
Fotos: Tais Ribeiro

Me contem, vocês também gostam de chokers? Contem tudinho: pode ser aqui, no Facebook ou no Instagram (@maggnificas)!
Beijo beijo!



Somos Marcella Rosa e Marina Sena, parceiras no blog, na luta e na vontade de mudar - nem que seja um pouquinho - o mundo. O Maggníficas é um pouco de nós, porque aqui tem moda democrática, empoderamento feminino e amor próprio. Nosso foco é a sororidade e a vivência plena de todos os corpos, porque acreditamos que somos todas maggníficas e que todo mundo pode tudo!

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