Pop Plus Pool Party - Como foi

escrito por Maggníficas


Oi, gente!

Cês viram que no último domingo aconteceu em São Paulo a primeira Pop Plus Pool Party, uma festa na piscina com bazar de moda praia e carnaval, irmã do nosso amado Pop Plus! Nós estivemos lá e viemos contar TUDINHO o que rolou!

Pop Plus Pool Party e a Marcella sabem das coisas 
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O Quintal 1620 é uma casa super bacana, que tem um bom espaço externo e a piscina, que foi a grande atração! Chegamos por volta das 16h, com uma garoa que ia e voltava, num dia extremamente abafado! Começaremos dizendo que a garoa não nos atrapalhou em nada: caímos na piscina e nos divertimos igual - ou até mais - se estivesse solzão! E nem nos demos conta do horário... Quando percebemos a Flá já estava anunciando que faltava meia hora pra festa acabar!

Olha nós duas ali na mira da bola

Fomos em todos os stands prestigiar os participantes do evento, e fizemos comprinhas bárbaras: saia de tule, biquíni, acessório de cabeça, shorts, t-shirt para o carnaval... Tinha MUITA coisa linda por lá - depois mostramos tudo para vocês!


Acessórios da Mary Help

Com a saia da Coquille Ateliê

No stand da Oh! Querida

A Pop Plus Pool Party foi um evento de empoderamento imediato, uma festa onde a gente já chega se jogando, de biquíni, com pouca roupa e muito brilho! É incrível o sentimento de pertencimento. A trilha sonora estava sensacional, não poderia ser melhor! Um evento sem julgamentos, só brincadeiras - a cintura da Marcella causou - sem caras feias, sem preconceitos com nosso corpo. É muito amor por nós, pelo outro: foi lindo de ver tanta gente maravilhosa reunida! E é lindo se sentir linda ao lado dessas pessoas que se parecem tanto com você.



Biquíni do amor, d'A minha praia é

Juntinhas


Tem espaço até para bater papo sério na piscina - pelo menos parece que era sério!

Com a Alice e a Luciane



Já no finalzin

Muita gente feliz e se divertindo numa tarde maravilhosa demais: já queremos de novo!

Flávia Durante é a maior "fazedora" de festas que a gente respeita!

Melhor foto nossa juntas ♥

Fotos: acervo pessoal e Robson Leandro/Pop Plus

Quem aí também foi? Nos contem o que acharam! Pode ser aqui, no Facebook ou no Insta (@maggnificas). Beijos!



A quem pertence o amor

escrito por Rosa


Hoje é dia de São Valentim. As redes sociais se dividem entre os que comemoram com o entusiasmo de quem viveu essa tradição a vida toda (?) e os que se indignam com o que chamam de "pagação de pau para os EUA".

Eu não comemoro o dia de São Valentim porque não ecoa dentro de mim como data comemorativa, mas acho bonito que exista um dia em que se comemora o amor, sem que necessariamente se autodenomine 'dia dos namorados'. E só por causa disso eu acabei com vontade de falar de amor de uma maneira geral, do que tem feito sentido pra mim (alô você, do que faz sentido pra mim, tá? Isso é só um textão, não um tratado científico e universal do amor)

A questão é: amor não é recíproco

(CONTA A NOVIDADE)

Lá vai: e tudo bem não ser.

QUE?

Quando minha mãe ler isso vai pensar - mesmo que não diga - que ela me avisou isso desde sempre. Avisou mesmo, mamãe, mas eu precisei viver umas coisas doidas e doídas para materializar a informação que você sempre me deu.

Amor não é recíproco: o amor é de quem sente. Não tô falando exclusivamente de amor romântico, não. Mas de amor geral: mãe e pai, filhos e filhas, amigos e amigas. O amor é uma construção nossa sobre algo: expectativas, admirações, frustrações, eventos que nos fazem  desejar um bem irrestrito ao outro.

E é verdade que amor não dói. O que dói é a frustração da reciprocidade.
Pera: então, a gente não vai sofrer de amor?

Vai, sim. E muito! Porque tudo que o ser humano quer nessa vida é um pouco de segurança e a reciprocidade simula bem isso. Por isso que compromissos são firmados em reciprocidade: existe um acordo, ainda que tácito, que não é mais preciso ter medo, há um porto seguro ali.

Mas ela é ilusão. Eu já escrevi, em outra oportunidade, que todo mundo merecia ter relacionamentos - seja quais forem os tipos - em que você se permite ser você em todos os seus lados e, mesmo assim, saber que vai ser amado. É a maior paz de espírito que eu já senti: sei dos meus pais, meu irmão e a minha melhor amiga. Eles me amam irrestritamente. Durmo melhor por saber disso.

Agora o resto do mundo ta aí, para ser amado - e eu não desisto de amar - mas nem sempre pronto para corresponder.


Temos duas opções: sofrer ou se divertir.
Eu tenho me divertido muito com o amor: ele me visita, me conta histórias que não vão acontecer, me faz rever todas as músicas que já ouvi a vida toda, me faz sonhar com o futuro que nem vou ter.
Ocasionalmente, ele vai embora.
Depois ele volta para me fazer um cafuné.

Às vezes dói, verdadinha: mas o amor é meu, sabe? Faço com ele o que eu quiser. Se o outro lado quiser participar, vai ser muito, mas muito bem vindo.
Do contrário, vamos eu e o amor fazer poesia juntos, até o fim dos dias. Mesmo que ninguém as leia.

Promete que lê escutando isso?






Somos Marcella Rosa e Marina Sena, parceiras no blog, na luta e na vontade de mudar - nem que seja um pouquinho - o mundo. O Maggníficas é um pouco de nós, porque aqui tem moda democrática, empoderamento feminino e amor próprio. Nosso foco é a sororidade e a vivência plena de todos os corpos, porque acreditamos que somos todas maggníficas e que todo mundo pode tudo!

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